AUTOCARROS ELÉCTRICOS E AVEPARK AQUECERAM A REUNIÃO DE CÂMARA

O tema da introdução de autocarros elétricos na frota dos TUG e a compra do edifício sede do Spinpark, levada a Reunião de Câmara como “Revitalização e consolidação do AVEPARK – Parque de Ciência e Tecnologia”. 

Relativamente à aquisição do edifício do Spinpark o vereador Ricardo Araújo, do PSD, levantou questões que considera omissas na proposta, nomeadamente: “quanto é o valor de aquisição deste edifício? de quem é o edifício?”. Para o vereador do PSD esta é uma forma encapotada de a Câmara assumir as dívidas do Avepark. Ricardo Araújo lembra que a maioria do PS tinha-se comprometido a não pagar estas dívidas. Para André Coelho Lima “não está em causa o investimento em ciência”, nem a colaboração com a Universidade do Minho, para o candidato “teria até sido preferível dar este apoio a montante”. “O que falta à Câmara Municipal de Guimarães é organização” – acrescenta o candidato – “e o Município de Braga corresponde ao esforço feito pelo Município de Guimarães?”, pergunta, aludindo ao facto de a Universidade do Minho estar presente nos dois concelhos. O vereador da CDU, Torcato Ribeiro, lembrou que quem aprovar agora esta proposta fica comprometido com a compra no futuro. O presidente do Município defendeu a proposta afirmando que se trata de “o inicio de procedimento e  que é vontade da Câmara de envolver-se porque algumas empresas são muito importantes e ainda recentemente uma delas foi referida como exemplo pela União Europeia”. A proposta acabou por ser aprovada com os votos da maioria socialista, abstenção da CDU e os votos contra do PSD e do CDS.

Autocarros elétricos em toda a frota só em 2021

No período anterior à ordem do dia André Coelho Lima questionou a maioria socialista sobre os custos que terá para o Município o objetivo anunciado de substituir a frota dos TUG por autocarros elétricos e alertou para o tempo deste objetivo que, segundo o candidato, “só é concretizável em 2021, uma vez que, entretanto decorre a atual concessão. O vice-presidente da Câmara, Amadeu Portilha, sublinhou que na atual concessão o operador já “ está obrigado a introduzir um autocarro híbrido ou elétrico por ano” e que o prazo de 2021 resulta dos tempos legais impostos pelo cumprimento do atual contrato e a negociação de seguinte. Domingos Bragança salientou o investimento, já em curso, para a criação de uma rede de carregamento rápido, indispensável para o funcionamento destas viaturas.

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