CRITICAL MATERIALS APONTADA COMO EXEMPLO NA APLICAÇÃO DE FUNDOS EUROPEUS

A Critical Materials tem sede no AvePark e resulta da transferência de conhecimento tecnológico a partir da Universidade do Minho. É composta por uma equipa de 25 investigadores e engenheiros, todos eles doutorados.

A Critical Materials desenvolve soluções informáticas que permitem avaliar o estado dos materiais, principalmente para a indústria aeronáutica e aeroespacial. A empresa foi, esta segunda-feira, dia 24, apresentada como um exemplo da boa aplicação de fundos europeus, nomeadamente, do Fundo Europeu para Investimentos Estratégicos (FEIE).  Gustavo Dias, um dos fundadores da Critical, sublinhou a importância do financiamento comunitário para a concretização de projetos que, pelo seu elevado risco, jamais encontrariam financiamento na banca de comercial.

A Comissão Europeia está a promover estes bons exemplos de empresas que fizeram uma aplicação correta do FEIE. Como alusão a esta promoção ficará exposto na frente do edifício do Município um lettering: #investEU. Segundo Sofia Colares Alves, Chefe da Representação  da Comissão Europeia em Portugal, a “Critical Matierials conseguiu crescer e inovar com apoio de fundos europeus, e fez isso incorporando conhecimento científico vindo da universidade e mais ainda, fê-lo numa cidade do interior”, por isso, merece ser apresentada como um exemplo.

A Chefe da Representação da Comissão Europeia, considerou que “o Fundo Europeu para Investimentos Estratégicos permitiu consolidar a empresa e estimular o seu crescimento ao nível do software e do hardware em novos mercados. O principal produto da empresa é o PRODDIA, uma ferramenta de gestão que avalia a condição dos materiais e a integridade estrutural de componentes críticos em aeronaves, turbinas eólicas e outras infraestruturas complexas”. Gustavo Dias corrobora as palavras de Sofia Colares Alves, lembrando que a empresa está neste momento a exportar para os principais mercados mundiais, com uma faturação anual de cinco milhões de euros. Sofia Colares Alves salientou que estes fundos (também conhecidos como Plano Junker) não estão alocados a nenhum país, ou seja, as empresas concorrem livremente em toda a UE, sendo o único critério de seleção o mérito dos projetos.

Domingos Bragança, numa breve comunicação à imprensa, juntamente com a Chefe da Representação da Comissão Europeia, apelou aos empresários para “usarem estes mecanismos financeiros para ultrapassarem desafios e inovarem”.

O Presidente da Câmara, Domingos Bragança, salientou o alcance dos instrumentos financeiros disponíveis, apelando aos empresários para recorrerem a esses benefícios para criarem, ultrapassaram desafios, inovarem e modernizarem os seus modelos de negócio.

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