DELEGAÇÃO SOCIALISTA VISITOU O CIAJG

Uma comitiva do Partido Socialista de Guimarães visitou o Centro Internacional das Artes José de Guimarães, na tarde de segunda-feira, dia 8 de janeiro. Segundo Armindo Lopes a razão da visita prendeu-se com a recente atribuição de uma verba de 300 mil euros aquele equipamento cultural.

Foto: Rui Dias

A comitiva socialista composta por Armindo Costa e Silva, e os deputados Sónia Fertuzinhos e Luís Soares, teve uma breve reunião com a vereadora da cultura, Paula Oliveira, e com o diretor artístico d’A Oficina, José Bastos, após o que falou aos jornalistas.

Armindo Costa e Silva salientou que a verba, atribuída pelo Fundo de Fomento Cultura, se destinou ao ano de 2017. “Isto era algo pelo qual a Câmara se batia desde 2012, por ocasião da Capital Europeia da Cultura”, congratulou-se o ainda presidente do PS. Segundo Armindo Costa e Silva, o Partido Socialista foi conversar com os dois responsáveis pela cultura, e por aquele equipamento em particular, “no sentido de conhecer o trabalho que pretendem desenvolver em 2018”.

O Partido Socialista de Guimarães reconhece a importância deste primeiro passo, num apoio extraordinário ao equipamento mais significativo da Capital Europeia da Cultura 2012, entendendo que há condições para que se encontre uma solução de carater definitivo e compatível com o estatuto alcançado pela Cidade.

Para a vereadora da cultura esta verba “tem que significar um melhor trabalho da Plataforma, quer ao nível da programação, quer ao nível da comunicação, quer ao nível mediação cultural, que era aquilo que nós pugnávamos, portanto, esta verba servirá para reforçar estas áreas mais fragilizadas”. A vereadora precisou as palavras do secretário de Estado da cultura que se tinha referido a uma verba de 300 mil euros, distribuída por três anos, confirmando que a verba chegou na íntegra no final do ano passado e que se destina a 2017. “Aquilo que temos de continuar a pugnar junto do Governo é que este apoio se torne estável, permitindo-nos contabilizar uma verba que o Estado poderá alocar a este equipamento, que não é de Guimarães é do país”.

A deputada Sónia Fertuzinhos também salienta “que esta é uma estrutura de âmbito nacional” e, por isso, não considera este apoio como uma situação de privilégio relativamente a outras cidades e relembra que “só houve três cidades que foram Capital Europeia da Cultura: Lisboa, Porto e Guimarães”.

Relativamente ao baixo número de visitantes (de acordo com números de 2016, o CIAJG é visitado por cerca de 30 pessoas por dia), Paula Pinto afirma que esses números têm melhorado “substativamente” e reconhece que é preciso melhorar mais, mas vai adiantando “que o lucro da cultura não é financeiro, será ao nível das pessoas e ao nível do conhecimento”. A vereadora acredita, ainda assim, que é preciso fazer mais. “Aquilo que temos estado a trabalhar é mostrar aos turistas que há outro Guimarães para além do centro histórico, do castelo e do Palácio dos Duques, nomeadamente, o museu de arte moderna”, dizendo isto relembrou a necessidade melhorar a comunicação.

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