DOMINGOS BRAGANÇA DEFENDE MARCA INDELÉVEL DE DINIS RIBEIRO EM GUIMARÃES

A exposição “Sombras” chegou ao fim e para assinalar o momento foi apresentado o Catálogo “Sombras”, este domingo, 11 de fevereiro, no Café Milenário, através de uma edição “para memória futura” que regista mensagens alusivas ao trabalho realizado pelo escultor Dinis Ribeiro. Este catálogo está ainda ilustrado com fotografias dos ciclos que completaram a exposição que esteve patente desde o Largo do Toural, a Alameda de S. Dâmaso e a Avenida Alberto Sampaio.

O Presidente da Câmara Municipal, Domingos Bragança, destacou o talento de Dinis Ribeiro e a forma perentória como o município abraçou este projeto, cimentando uma posição de referência cultural de Guimarães no mundo das artes. O presidente da Câmara Municipal alarga os horizontes ao anunciar a vontade de “ter uma marca indelével de uma escultura de Dinis Ribeiro na cidade de Guimarães”, à imagem do que já acontece noutras freguesias do concelho, como Rendufe ou a vila de Ponte.

O projeto artístico do escultor foi trabalhado em granito e ferro, moldando o primitivo deambular do Homem nos interstícios duma existência ritualizada em equações de eterno retorno ao remeter para um espaço simbólico que procura a liberdade que se sente na história contínua das gerações.

Dinis Ribeiro, que já deu a conhecer o seu trabalho artístico no Parlamento Europeu e Assembleia da República, considerou que a exposição em Guimarães foi “especialíssima” destacando a “disponibilidade e sensibilidade” do presidente da autarquia, Domingos Bragança. O escultor fez questão de agradecer ainda a toda a equipa e amigos que o acompanham na sua atividade.

Delfim Sousa, curador, enalteceu uma trilogia perfeita para o sucesso da exposição, desde “a vontade do artista que se expressa”, “a vontade política para esta concretização” e as pessoas “que admiram a criação”. Quanto ao Catálogo, disponível ao público, fez referência a uma “grelha perfeita” com sentido “formativo e informativo”.

Presente nesta sessão esteve ainda Ana Silva, em representação da empresa CJR – Cândido José Rodrigues — que assumiu o papel de mecenas por “acreditar que é dever das empresas o apoio às obras e causas de cariz genuíno” definindo Dinis Ribeiro como “um artista que pelos materiais, instrumentos, força e dedicação, encontra em nós forte ressonância”, referiu.

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