“II WORKSHOP SOBRE HOSPITALIZAÇÃO DOMICILIÁRIA”

O Hospital Garcia de Orta (HGO) e o Hospital da Senhora da Oliveira Guimarães (HSOG) organizam o «II Workshop sobre Hospitalização Domiciliária». O evento terá lugar no próximo dia 3 de junho, no auditório do Hospital da Senhora da Oliveira.

Este segundo workshop é realizado na sequência de um inicial que teve lugar no HGO, em Almada, no passado dia 6 de maio. Esta formação é destinada aos hospitais e equipas instaladoras que manifestaram à Comissão da Reforma Hospitalar intenção em implementar projetos de Hospitalização Domiciliária, com base no quadro de contratualização e apoios à implementação definidos pelo Ministério da Saúde.

Para a organização, “a grande adesão à formação inicial obrigou ao agendamento de um novo workshop, a realizar a 3 de junho em Guimarães, e deve-se, em grande parte, à forte dinamização e incremento desta forma de prestação de cuidados pelo Ministério da Saúde, atendendo às suas vantagens e resultados já comprovados”.

O programa do II Workshop inclui a apresentação da experiência de hospitalização domiciliária do Hospital Garcia de Orta, em alternativa à hospitalização convencional, e a experiência de hospitalização complementar de prestação de cuidados domiciliários do Hospital da Senhora da Oliveira Guimarães, iniciada há mais de 2 anos.

Os especialistas da área referem que a Hospitalização Domiciliária “tem várias vantagens destacando-se o facto de ser um serviço mais económico e mais fácil de gerir, trazendo mais conforto ao doente e menos infeções hospitalares”.

Em Portugal prevê-se que a regulamentação sobre esta modalidade de prestação de cuidados esteja concluída ao longo do corrente ano, havendo acompanhamento da experiência no sentido da sua inclusão no ensino médico pós graduado, no ensino especializado da gestão hospitalar e na investigação clínica, com divulgação e publicação dos resultados pela Escola Nacional de Saúde Pública.

Além da Comissão Nacional da Reforma Hospitalar, outras entidades têm promovido a discussão deste tema, como a Ordem dos Médicos e a Sociedade Portuguesa de Medicina Interna, e aconselhado o seu desenvolvimento, dado o envelhecimento da população, a impossibilidade de satisfazer todas as necessidades de internamento ou cuidados hospitalares com recurso a camas e urgências hospitalares.

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