ISABEL CUNHA CANDIDATA À FREGUESIA DA COSTA

Isabel Cunha é a candidata da Coligação Juntos por Guimarães à Junta de Freguesia da Costa. Nascida e criada nesta freguesia, a candidata de 28 anos destaca que as suas motivações estão intimamente relacionadas com a forma como a família a ensinou a valorizar a comunidade em que se insere.

Segundo a candidata, “transmitiram-me princípios de valorização do trabalho, de entrega e dedicação a todos os projetos a que me proponho. Estes ideais permitem-me valorizar esta comunidade a que pertenço, os seus costumes e tradições. Com o tempo, fui-me apercebendo das capacidades que aqui existem e que merecem ser reconhecidas e potenciadas”. A candidata diz ainda pretender “rejuvenescer a freguesia, dar-lhe uma nova dinâmica e identidade, abrindo-a à participação de todos, jovens e idosos. A Costa merece novas ideias e novos rostos, precisa de uma nova visão.

Nunca perdendo o foco de valorizar as pessoas da freguesia, até porque é esse o principal objetivo a que se propõe, Isabel Cunha e a sua equipa têm um projeto que visa “colmatar problemas primários estruturais da freguesia, assim como reorientar projetos que visam beneficiar as forças vivas da freguesia”. “A Costa tem de ser uma verdadeira comunidade, e não só um território onde um conjunto de pessoas vivem autonomamente. Aproveitar a energia dos jovens, a experiência dos mais idosos e valorizar o que cada um tem é essencial no funcionamento de uma freguesia”, considera a candidata.

Isabel Cunha identifica-se com a forma de trabalhar de André Coelho Lima e com os seus objetivos para o concelho e considera que Guimarães, tal como a Costa, precisa de nova energia. Para a candidata, “André Coelho Lima é o rosto jovem da mudança que o concelho tanto precisa. Esta mudança é urgente, pois só assim seremos um concelho vivo e de futuro. Valorizar os Vimaranenses é, acima de tudo, a máxima da candidatura de André Coelho Lima, com a qual me identifico. É uma pessoa que tem uma visão estratégica económico-social para o concelho, que passa pela descentralização do poder, atribuindo maior responsabilidade às freguesias, dando-lhes maior capacidade de decisão, porque no fundo as decisões devem advir daqueles que de facto enfrentam os problemas”.

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