LORDELO INAUGUROU CASA DAS ARTES PARA MOSTRAR TALENTOS DE ARTISTAS

Edifício remodelado é um espaço aberto à comunidade, servindo como montra para escritores, artesãos, pintores, o ateliê Projeto A2, entre outras ideias artísticas ou culturais da vila. Casa das Artes vai mostrar o que de melhor se faz em Lordelo.

Quatro mostras com temáticas diferentes, que vão integrar o conjunto permanente de exposições, inauguraram a Casa das Artes de Lordelo, instalada na antiga Casa do Ferreiro, um edifício localizado em frente à Escola do Alto, na Estrada Nacional 105. Com um auditório com lotação para uma centena de pessoas, o espaço foi totalmente requalificado e é hoje um local moderno que irá servir coletividades e associações da freguesia, estando também preparado para acolher as reuniões descentralizadas das Assembleias de Freguesia.

 

Uma exposição de livros dos jovens escritores Solange Cunha, Andreia Costa e André Pereira, naturais de Lordelo, outra de pintura da autoria de Rosa Melo e do Mestre Isabelino, já falecido, uma exposição de cerâmica de Cristina Vilarinho e Alberto Azevedo, uma outra mostra de artesanato de José Castro Ribeiro e uma exposição de inox, cobre e latão de Júlio Silva, também residente na vila de Lordelo, enaltecem o espaço expositivo.

 

“O Manuel Teixeira está de parabéns! É isso que queremos para a nossa gente, envolvendo associações culturais, instituições recreativas, jovens talentos, com a criação de um espaço de encontro numa recuperação que está muito bem conseguida”, afirmou Domingos Bragança, na cerimónia de inauguração apresentada pelas jovens Inês Campos e Sara Esteves e abrilhantada pelas atuações dos alunos Bernardo Machado, Raquel Campos, Solange Fernandes e Rita Machado, que frequentam as escolas do Carreiro e do Alto e que declamaram os poemas “Amor sem Tréguas” e “Lágrima de Preta” em homenagem a António Gedeão.

 

O espetáculo de inauguração contou ainda com a dança contemporânea de Nicole Lopes, a fadista Ana Maria Pimenta, acompanhada pelos guitarristas Bernardino Pimenta e Paulo Proença, bem como do “Quarteto Covers”, que encerraram a sessão com a interpretação de cinco melodias clássicas. “A Casa das Artes só foi possível concretizar, porque houve determinação e uma forte contribuição de pessoas que acreditaram que era um projeto aliciante e atrativo. Agradeço ao Presidente Domingos Bragança, ao Filipe Laranjeiro pela doação da Casa, ao arquiteto Pedro Veloso e à família Brandão, que permitiu melhorar as acessibilidades”, concluiu Manuel Teixeira, Presidente da Junta de Lordelo.

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