METAIS E VESTUÁRIO DITAM QUEBRA SUPERIOR A 14% NAS EXPORTAÇÕES

Guimarães exportou, em abril último, menos de 100 milhões de euros em bens e serviços, após uma quebra de 14,4% face ao mesmo período de 2016, quando arrecadou 115,61 milhões.

A descida superou os 10% em todos os setores e foi especialmente acentuada nos metais e no têxtil, nomeadamente no vestuário de malha. O porta-voz da Associação do Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP), Paulo Vaz, justificou a descida com a redução dos “dias úteis”, de abril de 2016 para abril de 2017.

As exportações do município fixaram-se, em abril de 2017, nos 98,98 milhões de euros, e sofreram a primeira redução homóloga nesse mês desde 2012, quando caíram 10,1% para os 74,82 milhões, tendo, a partir daí, crescido ininterruptamente até 2016 em mais de 40 milhões de euros (variação de 54,5%), indicam dados publicados pelo Instituto Nacional de Estatística, na semana anterior.

Os quatro setores com mais peso nas exportações vimaranenses – têxtil e vestuário, calçado, metais e máquinas e aparelhos – registaram quebras superiores a dois dígitos, com o metalúrgico a sofrer, entre 2016 e 2017, uma queda de mais de um quarto das receitas (25,5%) – o valor caiu dos 12,12 para os 9,03 milhões de euros –, que foi ainda mais acentuada nas obras de ferro e de aço fundido – as exportações caíram mais de um terço (33,8%) para os 6,11 milhões.

Saiba mais na edição impressa do Mais Guimarães desta terça-feira.

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