MEU QUERIDO MÊS DE AGOSTO

Com muitas pessoas vimaranenses de férias, o sotaque está diferente por estes dias nas ruas da cidade. Tanto turistas como emigrantes garantem fluxo na cidade-berço e o “deserto” de agosto não é mais o mesmo.

Em pleno mês de agosto – mês mais procurado para férias -, o Mais Guimarães saiu à rua para ver se a cidade que viu nascer Portugal está “abandonada” pelos seus conterrâneos. No entanto, a realidade é outra. Espanhol, inglês e, sobretudo, francês dominam as praças que são complementadas com o português. É com facilidade que se encontra uma matrícula luxemburguesa, suíça, espanhola ou francesa, já não tão comum amarela, como em tempos.

Orgulhosamente vimaranenses, famílias de emigrantes, com mais de mil quilómetros de estrada, chegam à cidade natal dos seus pais e avós. “J’adore Guimarães”, diz o pequeno Bruno, de cinco anos, filho de emigrantes parisienses, com dificuldades em falar português. Os pais, rapidamente, fazem questão de dizer que “lá por casa só se fala português”, mas como na escola só se fala francês, Bruno tem “mais dificuldades” em aprender a língua dos pais. “Com tempo ele vai falar bem português”, afirma o pai, Armando.

Com a paixão de quem não vê a família e a sua terra natal há alguns meses, Armando não resiste em sublinhar que “Guimarães é o primeiro destino”, só depois é que vai de férias”, sem considerar a cidade-berço local de férias, mas a sua “casa”. Quem passa pelas ruas do centro histórico rapidamente encontra as esplanadas cheias e dificilmente encontra lugar, pelo menos à sombra para se proteger do calor. Facilmente identificados, com máquinas fotográficas ou camisolas alusivas à sua equipa desportiva, turistas dão outro colorido e animação à cidade.

Saiba mais na edição impressa do Mais Guimarães desta terça-feira.

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