OUTRAS RAZÕES

por ANA AMÉLIA GUIMARÃES
Professora

Antes de começar este artigo, que sairá a poucos dias das eleições autárquicas, devo fazer uma prévia declaração de interesse: faço parte das listas da CDU à Câmara Municipal e à Freguesia da Costa. O meu apoio à CDU é claro e convicto.

Seria, no entanto, hipócrita comigo e com os leitores, se não falasse das próximas eleições autárquicas, uma vez que os assuntos da política local são aqueles que predominam nos artigos que escrevo para o +Guimarães.

 

Num dos documentos distribuídos à população, pode-se ler 5 razões para votar na CDU. São razões que apelam à avaliação e consideração do trabalho realizado e daquele que nos propomos realizar. A essas razões gostaria de acrescentar um sublinhado.

É importante lembrar que o poder local democrático é uma conquista do Portugal saído da revolução de Abril e que muito contribuiu, e continua a contribuir, para melhorar a vida dos cidadãos e o desenvolvimento do país. O poder local, por mais próximo das populações e dos seus problemas e aspirações, é também aquele que mais mobiliza a participação e o envolvimento dos cidadãos. Neste especto, será justo afirmar que a CDU desde sempre assumiu a defesa intransigente do poder local democrático, constituindo-se como uma importante força autárquica, com provas dadas de honestidade e competência.

 

A CDU e os seus eleitos e apoiantes não “acordam” de quatro em quatro anos para se colocarem em bicos de pés aos eleitores. Há de facto uma linha de coerência na CDU que nos distingue claramente das outras candidaturas e que resulta dessa prática diária, persistente e empenhada na defesa dos interesses das populações e do desenvolvimento do concelho.

 

É recorrente ouvir-se, a propósito das eleições autárquicas, que o que importa são as pessoas e não os partidos. Entendo a ideia e não discordo dela, mas penso que não devemos limitar a nossa escolha apenas e só ao aspecto, ao título ou à mais ou menos simpatia que um determinado candidato possa ter. Consideramos, na CDU, que os projetos de intervenção política não assentam no indivíduo isolado e nas suas competências particulares mas, sobretudo, num coletivo dinâmico, exigente e democrático. Esta é, também, uma marca distintiva da CDU.

 

Mas se quisermos focar a discussão nas pessoas, ou melhor, na pessoa, há duas coisas que então gostaria de salientar. A primeira diz respeito à cabeça de lista pela CDU à Assembleia Municipal, Mariana Silva. Conheço a Mariana desde 2005, altura em que, como representante do Partido Ecologista os Verdes, começou a participar ativamente na CDU. Muito jovem e com quase nenhuma experiência política, a Mariana cedo se revelou uma mulher com uma invulgar capacidade de trabalho, nunca perdendo o sorriso (o otimismo) mesmo em situações mais adversas. Com a naturalidade que as pessoas genuinamente boas possuem, a Mariana cresceu politicamente, aprendendo com o coletivo e com a vida e dando-nos a aprender com o seu exemplo. A Mariana conquistou por direito próprio a confiança que nela depositamos.

 

Torcato Ribeiro, cabeça de lista da CDU à Câmara de Guimarães, é meu amigo e camarada desde os tempos da juventude. O Torcato é “top máximo”, como dizem os miúdos. Enquanto vereador, Torcato Ribeiro foi 100% cumpridor das responsabilidades que lhe estavam atribuídas, fazendo uma oposição informada, apresentando soluções e propostas. Quem viu o debate transmitido por um canal televisivo, em que participaram os quatro candidatos à Câmara de Guimarães, pode constatar que Torcato Ribeiro sabe do que fala e que é porta-voz de um projeto autárquico assente no conhecimento da realidade, da cidade e do concelho e nas aspirações dos vimaranenses.

Termino com votos de que os vimaranenses participem ativamente neste processo eleitoral e que, no dia 1 de outubro, mostrem o poder da democracia.

 

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