PETIT: “VAMOS DISPUTAR CADA JOGO COMO SE FOSSE O ÚLTIMO”

O novo técnico do Moreirense garantiu que, nos oito jogos que restam do campeonato, vai procurar recuperar a “confiança” e o “prazer de jogar futebol” nos jogadores, prometendo que a equipa vai encarar cada um deles como se fosse o “último”. O substituto de Augusto Inácio estimou que um registo entre os 30 e os 32 pontos deve garantir a permanência, objetivo estabelecido para esta época.

Os cónegos anunciaram, na segunda-feira, o terceiro treinador desta época para, nos dois meses que restam desta edição da Primeira Liga, garantir a permanência do clube no escalão maior do futebol português pelo terceiro ano consecutivo, e Petit, instantes antes do jogo particular com o Taipas, no Campo do Montinho, admitiu que a turma vimaranense tem “calendário difícil” nos oito jogos que faltam (24 pontos em disputa), mas salientou que o “plantel dá garantias” e pode voltar a exibir a “capacidade” de fases anteriores, caso trabalhe no limite.

“O campeonato é sempre difícil. As equipas estão cada vez mais evoluídas, os plantéis são cada vez mais equilibrados. Sabemos as equipas que temos de defrontar. Vamos disputar cada jogo como se fosse o último jogo. Acredito que se trabalharmos, semana a semana, da melhor maneira, vamos chegar aos jogos e dar o melhor”, afirmou o timoneiro do Moreirense, nas primeiras declarações prestadas imprensa.

O técnico disse querer “à viver o Moreirense durante 24 horas” para ajudar a equipa a “fazer uma reta final boa para cumprir os objetivos a que se propôs no início da época”. Os cónegos já não vencem há oito jogos e ocupam a 16.ª posição, com 21 pontos, mais quatro do que as duas equipas em zona de despromoção, Nacional e Tondela, e Petit estimou que todas as equipas na luta pela permanência estão a pensar nos “30, 31, 32 pontos”.

A formação axadrezada ainda vai receber os dois primeiros classificados, FC Porto e Benfica, até ao fim do campeonato, e, na próxima ronda, desloca-se a Setúbal, para defrontar o Vitória. Petit afirmou que o grupo vai sempre “pensar jogo a jogo” e, na paragem do campeonato, vai procurar crescer para chegar ao Bonfim com os melhores índices em termos de “prazer” de jogar futebol, “alegria” e “motivação”, coisas que quer ver sempre no “ADN” da equipa.

“Esta pausa também vai ser benéfica para os jogadores. É bom para conversarmos, além dos aspetos táticos, físicos, que, neste momento, já não são tão importantes, em termos motivacionais. Vamos trabalhar para chegarem ao jogo de Setúbal com os índices de motivação no máximo”, explicou, tendo afirmado posteriormente que “uma vitória tudo muda”, pela “confiança” e pelo “moral” que traz.

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