“PRECISAMOS DE DUAS VITÓRIAS SEGUIDAS EM CASA” – RAFAEL MIRANDA

Rafael Miranda, que voltou a competir na jornada anterior, frente ao Sporting, reiterou que é “fundamental” vencer os dois jogos em casa que se seguem, com Estoril e Rio Ave, para o Vitória reforçar a candidatura europeia e tentar até o quarto lugar. O jogador disse que se sentiu bem nos minutos que jogou em Alvalade e que está “preparado” para jogar o tempo que Pedro Martins lhe quiser dar.

O médio voltou a pisar os relvados no último domingo, depois de ter estado parado devido a uma “entorse grave” desde o final de dezembro, jogando os 20 minutos finais da partida com o Sporting, período em que Marega apontou o golo do empate. O jogador, de 32 anos, disse ter-se sentido melhor do que o que “imaginava” e mostrou-se “preparado” para “colaborar” com a equipa na busca pelos seus objetivos, a começar já pelos próximos dois encontros em casa, em que é “muito importante” vencer.

“Precisamos de duas vitórias seguidas em casa. Seria muito importante, porque temos um registo fora de casa muito bom, mas dentro de casa ainda falta algo. Tivemos bons jogos, mas outros não tão bons. Se a gente conseguisse seis pontos, seria fundamental nas nossas aspirações”, ressalvou, mencionando que a equipa precisa do “apoio” da massa associativa.

O jogador recordou que o objetivo traçado no início da presente temporada é as “competições europeias”, reconhecendo, porém, que os vitorianos, numa altura em que estão “tão próximos do quarto”, com 40 pontos, a dois do Sporting de Braga, têm “ambições” e “condições” para o atingir, podendo garantir, desde logo, “as competições europeias”.

O jogador mostrou-se ainda pronto para jogar o tempo que Pedro Martins considerar necessário, “seja de início, seja os 10 minutos finais”, elogiando, no entanto o “bom trabalho” protagonizado por Zungu e por Celis, os atuais titulares da zona recuada do meio-campo, classificando o sul-africano como um futebolista “inteligente” e com “bom passe” o colombiano como “muito intenso e agressivo”.

O médio também confessou que “ficar lesionado” é “uma das coisas que mais custa” a um jogador, tendo dito que aproveitou esse período para assistir aos jogos da equipa com “outra visão” e “observar” como é possível melhorar o seu “desempenho”.

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