PROJETO DA NOVA CENTRALIDADE DAS TAIPAS SOFRE ALTERAÇÕES

Anúncio foi feito pelo presidente da Câmara, Domingos Bragança, e confirmado pelo presidente da Junta de Freguesia de Caldelas, Luís Soares. Estacionamentos, cruzamentos e outros pormenores estão a ser revistos.

As obras de requalificação do centro cívico da vila de Caldas das Taipas ainda não arrancaram, mas sabe-se agora que o projeto inicial está a sofrer alterações, introduzidas por Luís Soares, novo presidente da Junta de Freguesia que tomou posse em outubro. “O novo presidente da Junta quis ajustar um ponto ou outro”, afirmou Domingos Bragança, na quinta-feira, 21, no final de mais uma reunião de Câmara. O presidente do município adiantou ainda que ainda não há certezas se a obra avança em apenas uma fase, ou então em várias. Por enquanto, a Câmara Municipal de Guimarães está a trabalhar na obtenção de fundos comunitários: “gostávamos de ter dinheiro para todas as obras, mas não é possível”.

Ao Mais Guimarães, Luís Soares explicou que estão a ser preparadas alterações ao nível do estacionamento, cruzamentos e outros pormenores de trânsito. “Reuni com o vereador do urbanismo logo na segunda semana do mandato para lhe comunicar estas informações, porque ele não conhecia bem o projeto”, disse. Para o mês de janeiro está programada nova reunião entre Luís Soares e Seara de Sá, de forma a conhecer os avanços do projeto.

A obra foi anunciada e apresentada ainda no mandato anterior, liderado por Constantido Veiga, mas a obra não avançou: “o anterior presidente da Junta decidiu não avançar com a obra pela proximidade com as eleições autárquicas. Isso acabou por me permitir agora intervir em alguns pontos”, acrescentou Luís Soares.

Aumentar a área de circulação pedonal e diminuir o pavimento rodoviário é um dos objetivos propostos pelo programa base de requalificação do Centro Cívico das Taipas que a Câmara Municipal de Guimarães apresentou publicamente aos habitantes da vila. A requalificação do centro das Taipas apresenta um conjunto de premissas relativas à mobilidade pedonal, à sensibilidade ecológica, ao património, às relações entre espaços próximos e à manutenção e gestão integrada que convergem num objetivo: definir uma nova identidade para o espaço público capaz de articular os distintos espaços e memórias encontrados no lugar.

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