QUEBRA NAS EXPORTAÇÕES PARA A UNIÃO EUROPEIA

As vendas do concelho para os estados da União Europeia (UE) caíram, em maio último, 7,7% face a igual período de 2016, precipitando a descida homóloga de 1,7% para um valor total os 118,58 milhões de euros. Já a balança comercial caiu 14,8%, em virtude do aumento das importações para um valor acima dos 74 milhões de euros.

Guimarães viu as exportações caírem dos 120,64 para os 118,58 milhões de euros (1,7%) entre maio de 2016 e maio de 2017, voltando a registar uma tendência negativa graças à redução dos negócios com os estados membros da UE, tal como já acontecera de forma mais pronunciada em abril, quando as vendas aos parceiros da União caíram quase 17 milhões de euros, dos 99,81 para os 82,83 e o valor total caiu 14,2%, dos 115,61 para os 99,15 milhões, indicam dados publicados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), na semana anterior.

As vendas do município para o espaço da UE caíram dos 104,99 para os 96,85 milhões de euros, entre maio de 2016 e maio deste ano, com todos os principais setores exportadores a refletirem essa tendência, principalmente o das matérias têxteis, que, apesar de ser responsável por mais de 68% das receitas oriundas dos estados membros, sofreu uma quebra de 10,9% nas exportações para a UE, para os 66,58 milhões, com a descida do vestuário de malha a atingir os 29,3%. Também as vendas dos setores das máquinas e aparelhos (4,24 milhões, após descida de 15,3%), o do calçado (queda de 2,1%, para os 8,64 milhões) e o dos metais (descida de 1,6%, para os 8,67 milhões) quebraram no seio da UE.

As exportações para o resto do mundo, porém, cresceram quase 40%, dos 15,65 para os 21,73 milhões de euros, conseguindo deter um peso de 18,3% nas vendas totais e minimizar o efeito negativo do comércio no espaço europeu. O setor têxtil apresentou uma melhoria de 26,7%, para os 10,65 milhões de euros, mas insuficiente para evitar a queda total de 7,1%, dos 83,11 para os 77,23 milhões. Já o setor dos metais apresentou uma melhoria total de 5,7%, para os 12,48 milhões, depois de uma melhoria de 26,9% nas vendas ao espaço exterior da UE, tal como o do calçado, que cresceu 0,8% no total, para os 10,24 milhões, e 19,8% para fora da UE e o das máquinas e aparelhos, que subiu 3,8% no total, para os 6,34 milhões, e 90% para o resto do mundo.

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