VITÓRIA COMEÇA DUELO COM DESPORTIVO DE CHAVES POR VAGA NO JAMOR

Os vitorianos recebem os transmontanos nesta noite, para a primeira mão da semifinal da Taça de Portugal, em que está em jogo um dos objetivos assumidos no início da época pelo emblema da cidade-berço: a presença no jogo decisivo, no Estádio Nacional. Aguardam-se cerca de 20 mil pessoas para assistir a um jogo que Pedro Martins espera “competitivo” e deseja vencer sem sofrer.

O Estádio D. Afonso Henriques acolhe pelas 20h15 um embate inédito para a “prova rainha” do futebol português, entre um Vitória que procura a terceira final em sete anos, depois de ter perdido frente ao FC Porto em 2011 e conquistado o seu primeiro troféu em 2013, perante o Benfica, e um Desportivo de Chaves que almeja repetir a final de 2010, ano em que militava no terceiro escalão, com o propósito, para já, de alcançar o primeiro triunfo de sempre em Guimarães – tem 14 derrotas e quatro empates, incluindo o 1-1 deste campeonato.

Cerca de dois terços da lotação do recinto devem encher para assistir à partida, com a larga maioria a apoiar o conjunto vestido de branco e duas mil pessoas a torcerem pela formação azul e grenã. Fonte do emblema transmontano avançou ao Mais Guimarães que 16 autocarros rumam à cidade-berço, a partir das 18h15.

Para este jogo, Miguel Silva vai render Douglas na baliza do Vitória, mas, nas restantes posições, crê-se que as alterações sejam poucas ou nenhumas, apesar de Raphinha, habitual titular ao longo da época na ala esquerda do ataque, ser novamente opção.

Pedro Martins, reiterou, na antevisão ao encontro, na segunda-feira, que o “primeiro objetivo é vencer o jogo” e o segundo é não sofrer golos, visto que o jogo é “de 180 minutos” e vai ter “muitos equilíbrios”, tendo ainda dito que “toda a gente sente desde o início que é possível chegar ao Jamor”, objetivo que lhe fugiu nas duas últimas épocas ao serviço do Rio Ave, quando foi eliminado nas meias-finais pelo Sporting de Braga.

O timoneiro avisou que os flavienses têm demonstrado “qualidade” ao longo do campeonato, apesar da troca de Jorge Simão por Ricardo Soares no comando técnico e das saídas de Assis e Battaglia para os bracarenses.

“Houve mudança de treinador, mas não houve alteração na sua estrutura. Saíram muitos jogadores e entraram outros de muita qualidade. Não é por acaso que está em sétimo lugar com todo o mérito”, analisou.

Já o técnico dos transmontanos, que iniciou a carreira no Caçadores das Taipas, na época 2005/06, e, no decurso desta temporada, se transferiu de Vizela para Chaves, antecipou que o conjunto “mais focado” nos dois jogos – a segunda mão realiza-se a 05 de abril, em Chaves – vai apurar-se para o Jamor, algo que considera um sonho para toda a gente que trabalha no futebol.

“Em 100 pessoas envolvidas no futebol, as 100 querem chegar à final”, vincou.

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