VITÓRIA DEFRONTA HOJE O PORTO PARA A TAÇA DE PORTUGAL

Vitória joga esta quinta-feira, às 20h15, no “Dragão” o jogo dos oitavos de final da Taça de Portugal. Pedro Martins tem um histórico muito positivo na prova.

O caminho para o Jamor adivinha-se complicado, com uma deslocação ao terreno do FC Porto, esta quinta-feira, pelas 20h15. Contudo, no banco do Vitória está alguém em quem os vitorianos podem confiar, pelo menos na prova rainha do futebol português. Os números dizem isso mesmo.

Nas sete épocas em que treinou equipas da Primeira Liga, Pedro Martins chegou uma vez ao Jamor, (na época passada, ao serviço do Vitória, onde perdeu 1-2 contra o Benfica) e duas vezes às meias finais, pelo Rio Ave (2014/2015 e 2015/2016). Ora, nas últimas três edições da prova, Pedro Martins colocou sempre a sua equipa entre as quatro melhores, um feito difícil de alcançar, tal é a dificuldade que as equipas da Primeira Liga costumam encontrar em todos os jogos.

Ao serviço do Marítimo, Pedro Martins também conseguiu um registo positivo, tendo chegado duas vezes aos oitavos e uma aos quartos.

Por duas ocasiões Vitória e Porto enfrentaram-se na final da competição, com o triunfo a pender sempre para os azuis e brancos, 1-0 em 1988 e 6-2 em 2011. Para seguir em frente, o Vitória terá que conseguir algo inédito, ou seja, vencer no estádio do Porto, onde disputou quatro jogos, perdeu três e empatou um.

Na antevisão à partida, o treinador Pedro Martins lembrou que a equipa vai entrar em campo com ambição: “temos os mesmos objetivos desde o início. Vamos jogar com um equipa que está bem, com bons resultados. Estão confiantes. Vai ser um jogo de grande dificuldade, mas o nosso objetivo é estar no Jamor. Sabemos que temos de ser rigorosos para sairmos de lá com uma passagem. O FC Porto está bem, joga em casa, mas não atribuo favoritismo. Temos as nossas armas. Temos de ter organização tática muito forte e sermos eficazes nas nossas oportunidades, que vão surgir.

O treinador lembrou ainda que espera um FC Porto ao “seu nível” e recordou as poucas horas de recuperação entre jogos. “É impossível recuperar o grupo em 72 horas. Mas temos estratégias para o jogo de acordo com o que podemos fazer no Dragão. O Vitória vai manter a identidade”, disse.

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