1179: Finalmente independentes

Foto: Hugo Marcelo/Mais Guimarães

No relvado lateral do Paço dos Duques, a Feira Afonsina levou os vimaranenses a viajar até ao ano de 1179. Sentado e rodeado pelos filhos, D. Sancho e D. Teresa, está D. Afonso Henriques, debilitado em consequência do acidente de Badajoz e a caminhar para o fim da vida, inconformado por não ter sido reconhecido pela Santa Sé como rei nem ter visto o Condado Portucalense ser declarado como reino independente. Num momento em que “já não era conde, porém não era rei”.

A recriação histórica “Do Condado ao Reino” acompanha as frustrações de D. Afonso Henriques até à leitura da Bula Manifestis probatum est, o documento em que o papado chancelou o domínio de Afonso Henriques e dos seus herdeiros sobre o reino de Portugal. A peça de teatro ao ar livre espelha as convicções daquele que viria a ser o primeiro rei de Portugal, que jura nunca prestar vassalagem ao primo, e termina com vivas à independência do Reino Portucalense.

Na plateia da primeira recriação histórica da edição de 2022 da Feira Afonsina – e que se vai repetir por mais 12 ocasiões até domingo -, estiveram Domingos Bragança, presidente da Câmara Municipal de Guimarães; Paulo Lopes da Silva, vereador da Cultura; Paula Oliveira, vereadora da Ação Social; Nelson Felgueiras, vereador do Desporto e da Juventude, e outros membros do executivo.

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