53% DOS ENFERMEIROS ADERIRAM À GREVE NO HOSPITAL DE GUIMARÃES

 

A luta dos enfermeiros portugueses continua e esta quarta-feira, dia 10 de outubro, iniciou-se o primeiro de seis dias de greve, a nível nacional.

No Hospital Senhora da Oliveira, 53% dos enfermeiros aderiram à paralisação. Estes são os números que dizem respeito à parte da manhã. Segundo o enfermeiro Pedro Gonçalves, dirigente sindicalista, a greve de hoje afeta apenas os serviços de bloco operatório e de cirurgia ambulatória.

Os motivos que levaram os enfermeiros a estarem em greve prendem-se, essencialmente, na revisão carreira. O objetivo é exigir ao Governo que apresente uma nova proposta negocial da carreira de enfermagem, que vá ao encontro das expetativas dos profissionais e dos compromissos assumidos pela tutela.

Os sindicatos exigem a revisão da carreira de enfermagem, a definição das condições de acesso às categorias, a grelha salarial, os princípios do sistema de avaliação do desempenho, do regime e organização do tempo de trabalho e as condições e critérios aplicáveis aos concursos.

Reivindicam, entre outras matérias, que a Carreira Especial de Enfermagem seja aplicável a todas as instituições do setor público/SNS e a todos os enfermeiros que nelas exercem independentemente da tipologia do contrato e que sejam consagradas as condições de acesso à aposentação voluntária dos enfermeiros e com direito à pensão completa sejam os 35 anos de serviço e 57 de idade (base inicial para negociação).

A greve irá repetir-se nos dias 16, 17, 18 e 19 de outubro. No último dia, sexta-feira, está agendada uma manifestação frente ao Ministério da Saúde, em Lisboa.

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