Adesão ao Reino da Diversão neste fim de semana superou as expectativas

Já arrancou a sétima edição do Reino da Diversão no Multiusos de Guimarães. No passado sábado, 19 de fevereiro, abriram-se as portas às crianças, jovens e adultos que procuraram vivenciar novas experiências, sobretudo depois de dois anos condicionados pela pandemia de covid-19.

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O evento prolonga-se até 13 de março e já se tornou numa tradição na cidade-berço. Em entrevista ao Mais Guimarães, aquando dos últimos preparativos, Amadeu Portilha, presidente da Direção da Tempo Livre, confirmou que as expectativas de adesão dos vimaranenses eram bastante altas, mas poderão ser superadas dado o pouco contacto com este tipo de atividades nos últimos tempos.

“Estou convencido que este é o momento ideal para regressarmos ao Reino da Diversão e abrir as portas desta casa para o convívio, entretenimento, alegria e felicidade”, explicou Amadeu Portilha, destacando que o grande objetivo é “oferecer aos mais jovens, que sofreram tanto com confinamentos, isolamentos e solidão, a possibilidade de se divertirem durante todo o mês”.

O Reino da diversão está aberto às quintas-feira (14h30 às 19h30), sextas-feiras e sábados (14h30 às 23h30) e domingos (11h às 19h30). Também no dia de Carnaval há horários especiais para assinalar a data. Na segunda-feira, 28 de fevereiro, entre as 14h30 e as 23h30 e na terça-feira, 1 de março, entre as 11h e as 23h30.

Com entrada gratuita, para usufruir dos divertimentos no Multiusos basta adquirir as coroas que lhes dão acesso. Esta edição fica marcada, à semelhança das anteriores, pelas “super-quintas” em que todos divertimentos têm o custo de um euro.

E naquele que se espera que seja “um dos melhores anos do Reino da Diversão”, não podiam faltar os tradicionais carrosséis, simuladores, pista de gelo, carrinhos de choque e, claro, as habituais farturas e cachorros-quentes. O espaço de alimentação junto aos entretenimentos permite aos acompanhantes uma espera confortável num lugar onde “a segurança é garantida”, destacou Amadeu Portilha.

A Covid-19 continua a ser uma preocupação, quer para a organização, quer para os encarregados de educação. “Ao entrarem no Multiusos podem ter a certeza que estão num espaço seguro onde vamos cumprir escrupulosamente aquilo que são as regras ditadas pela tutela e pelas autoridades de saúde”, garantiu o presidente da Tempo Livre.

A pandemia de covid-19 trouxe prejuízos para inúmeros setores de atividade, mas o setor dos divertimentos foi um dos mais afetados. Com festas e romarias canceladas ao longo dos últimos dois anos, e com algumas atividades ainda a recuperar o fôlego, o Reino da Diversão surge como uma tábua de salvação para aqueles que veem os seus negócios parados há demasiado tempo.

“Basta falarmos com algumas destas pessoas para percebermos que muitos delas já não trabalham há cerca de dois anos. É uma situação terrível e traumática que diz muito sobre este tempo difícil que passamos”, evidenciou Amadeu Portilha, assumindo que “todos estão com expectativa, empenho e vontade de trabalhar e fazer com que o Reino da Diversão funcione. Esta é a primeira oportunidade para tirarem os seus divertimentos dos parques e colocarem-nos à disposição das pessoas”.

“Retoma está a ser boa demais”

Dois anos passados de pandemia de covid-19, nove meses com as portas do Multiusos de Guimarães totalmente encerradas. São, por isso, dois anos que não ficam na memória do Multiusos de Guimarães, que registou quebras quase totais.

Assim, não foi um período fácil para o setor, até porque as atividades que chegaram efetivamente a acontecer estiveram sempre sob fortes restrições. A verdade é que, tal como diz o ditado popular, “depois da tempestade vem a bonança” e a retoma das atividades culturais no Multiusos de Guimarães “está a ser boa demais”.

Amadeu Portilha explicou que as expectativas têm sido altamente superadas e dá exemplos. “Este é o primeiro ano, em 21 de anos de existência do Multiusos, que estamos em fevereiro e os fins de semana já estão todos ocupados até ao final do ano, com a exceção do mês de agosto em que tradicionalmente fechamos para recuperação e manutenção do espaço”, referiu o responsável.

“A sensação que temos é que as pessoas estão a aderir muito rapidamente porque têm de compensar o afastamento dos concertos e grandes eventos. Estamos muito esperançosos e felizes de continuarmos a perceber que o Multiusos cumpre o seu papel de ser um dos principais ativos estratégicos de Guimarães e no norte do país”, concluiu.

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