Em comunicado divulgado esta sexta-feira, 12 de junho, a instituição manifesta pesar pelos acontecimentos que impediram a realização da apresentação e reiterou a sua posição de “rejeição absoluta de qualquer forma de discriminação, incluindo racismo, sexismo ou assédio”.
Segundo a direção da régiecooperativa municipal, a denúncia apresentada pela artista foi tratada com caráter de urgência, tendo sido desencadeada uma investigação interna para apurar os factos. A Oficina refere que, até ao momento, não foram identificados comportamentos, atos ou insinuações de teor racial relacionados com a situação reportada.
Apesar disso, a entidade decidiu encaminhar uma participação ao Ministério Público, com o objetivo de permitir uma investigação independente e aprofundada dos acontecimentos. A instituição solicitou ainda que o processo seja conduzido com a maior rapidez possível.
No mesmo comunicado, A Oficina expressou solidariedade para com todas as pessoas que possam ter sido afetadas pelo caso e reafirmou o seu compromisso com os princípios da igualdade, inclusão e respeito pela dignidade humana.
