ALBERGUE DE S. CRISPIM VOLTOU A ABRIR PORTAS PARA CEIA DE NATAL

 

No final desta tarde de véspera de Natal, a Capela de S. Crispim já estava bem preenchida. Uns a cozinhar o bacalhau e as batatas, outros a preparar a mesa para a consoada e outros a conviver e a partilhar o espírito natalício.

Como já é habitual, a Irmandade de S. Crispim e S. Crispiniano voltou a abrir as portas do albergue para receber os vimaranenses mais carenciados. Uma tradição que junta cada vez mais aqueles que querem ajudar nesta quadra.

José Pereira, um dos responsáveis, começou por explicar que esta tradição é no fundo “um gesto muito bonito”. “É mais um ano que abrimos as portas à comunidade. É um dia em que muitas pessoas não têm onde passar o Natal e a gente abre as portas para que eles tenham um bocado de convívio, de confraternização e ter uma ceia digna de Natal”, referiu.

José Pereira, que fez questão de mostrar todos os cantos do albergue, revelou que hoje já são mais aqueles que ali comparecem no dia 24 de dezembro para ajudar, do que aqueles que precisam de ajuda. O responsável sublinhou ainda que a grande maioria apenas volta para as suas famílias mais à noite, mas que o sentimento quando se chega a casa não tem preço. “Venho embora feliz, a gente fica mais leve”, garantiu.

Relativamente ao número de pessoas que vão receber, José Pereira esclareceu que se for semelhante aos anos anteriores, será “à volta de 90”, garantindo que este ano estão preparados para receber 150. “Quem vier, senta-se e come, seja quantos forem”, referiu, acrescentando que a Irmandade já chegou a servir 600 senhas.

 

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