Seguro defende que a sua candidatura se baseia nos princípios do “Equilíbrio, Exigência e Esperança” e visa construir um Portugal “de todos e para todos”. “Regresso à vida pública para unir, nunca para dividir. O Presidente da República deve ser o Presidente de todos”, afirma, sublinhando a importância de uma democracia inclusiva e de diálogo, capaz de recuperar a confiança de quem se sente afastado da política.
O candidato concentra-se nas preocupações concretas das pessoas, destacando a saúde, a habitação, a desigualdade entre homens e mulheres, os baixos salários e pensões, e o futuro dos jovens. “Escolho a esperança como bandeira. Não uma esperança vazia, mas ancorada no trabalho, no mérito, na igualdade e no investimento nos jovens”, declara, acrescentando que Portugal precisa de um Estado que funcione, de uma economia competitiva e de oportunidades para todos.
Para António José Seguro, a coesão territorial e a democracia de proximidade são essenciais. “Um país que não deixa ninguém para trás é um país atento a todos os sinais e a todas as regiões”, afirma, defendendo que cada cidadão, cada comunidade e cada região têm um papel a desempenhar na construção de um país mais justo e unido.
O candidato conclui que o momento é de escolha: “Entre o medo e a esperança, entre a divisão e a união, entre o extremismo e a democracia serena. A vitória que procuramos não é de um contra outro. É a vitória da democracia, da liberdade e de um país inteiro que acredita no seu futuro.”
