AS MÁQUINAS DO WRC VOLTAM EM MAIO

O rali de Portugal consolidou-se no Norte, e a partida do Castelo de Guimarães já é imagem de marca da prova. Depois da edição em que se celebravam os 50 anos do rali, em 2017, ter sido altamente disputada, com nada menos que sete líderes, numa prova com 11 troços, espera-se um rali de 2018 igualmente competitivo.

Foto: ACP

Em 2017 havia a curiosidade de a prova portuguesa ser a primeira verdadeiramente em terra, num ano em havia muitas novidades em termos de regulamentos, carros e alinhamento das equipas. O aperitivo para a competição, servido em Guimarães, deu o mote para o que se ia passar nos dias seguintes: multidões para ver máquinas e pilotos. Os artistas e as máquinas também não defraudaram as multidões e deram um espetáculo à altura da procura.

É bonita a partida que se faz com o castelo de Guimarães em fundo, e que se repete em 2018, porém, deixa nos vimaranenses o sabor amargo de ver passarem-lhe ao lado os momentos mais emocionantes do rali. As superespeciais de Lousada e Braga e as especiais de Fafe, Vieira do Minho, Cabeceiras de Basto e Amarante, em todos estes locais os carros vão passar a alta velocidade, ao passo que a cidade de Guimarães é atravessada em ritmo de passeio, a caminho da primeira superespecial.

O piloto vimaranense, Pedro Meireles, agarrou a liderança do campeonato, no ano em o Rali de Portugal voltou a contar para este troféu. Levou o seu Skoda Fabia R5 à vitória nesta prova e juntou-lhe os pontos do triunfo na prova de abertura em Fafe, e o segundo lugar nos Açores. À partida do Campo de São Mamede, Pedro Meireles confessava ao Mais Guimarães que a proximidade com o seu público era fator determinante da motivação para fazer um grande resultado. O campeonato acabaria por sorrir a Carlos Vieira, em Cintroen DS3, que na última prova, no Algarve, remeteu o piloto de Guimarães para o segundo lugar no campeonato. José Pedro Fontes, o campeão dos dois anos anteriores, teve um Rali de Portugal de má memória, já que, sofreu um acidente que o afastou até ao final do campeonato.

Os pilotos na liderança do Rali de Portugal foram-se sucedendo: Kris Meeke, Jari-Matti Latvala (Toyota), Hayden Paddon (Hyundai), Neuville e Østberg. Tanak foi o sexto líder mas não haveria de ser o último. Em Amarante 1 deu um toque numa barreira e, o campeão do mundo, Sebastien Ogier não perdoou o erro. A partir daí o francês liderou até final, gerindo a vantagem para os rivais da Hyundai, Neuville e Sordo, para se tornar no segundo piloto a bisar na época

Na edição de 2018, a partida do Campo de São Mamede está marcada para as 18h10, do dia 17 de maio, uma quinta-feira. Antes os carros vão reunir-se em parque fechado, e a partir da 17h25 decorre uma sessão de autógrafos com as estrelas do WRC. De Guimarães as máquinas seguem para Lousada, onde a primeira superespecial tem arranque marcado para as 19h03.

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