AUTARQUIA INSISTE PARA QUE PROPRIETÁRIOS INVISTAM NO ALOJAMENTO UNIVERSITÁRIO

Domingos Bragança: “Se nos queremos afirmar como cidade universitária e de conhecimento, temos que atuar em todas as vertentes”.

 

 

Esta quarta-feira, dia 16 de janeiro, realizou-se a décima reunião do Conselho Consultivo para o Investimento e Emprego, criado pelo presidente da Câmara de Guimarães. O tema debatido nesta sessão foi o alojamento universitário, na cidade-berço.

Em declarações à comunicação social, Domingos Bragança referiu que este “problema central” não pode ser resolvido apenas com o investimento público, e sublinhou que são os jovens com rendimentos moderados que necessitam de uma resposta urgente. “Nas diversas dimensões de investimento, temos que arranjar ou dar solução para o presente, que já é difícil. O investimento público não resolve tudo. Podemos resolver com o investimento público, como é o caso da antiga escola de Santa Luzia e o Palácio Rosa Lima, mas estamos a falar em 200 alojamentos só para respostas sociais, para os estudantes que não têm rendimentos. Mas precisamos de dar resposta àqueles que têm rendimentos moderados. É essa a resposta que é necessária dar, são aqueles que nem caem na área social, nem nos rendimentos elevados. Precisamos de arranjar solução para eles, que são até em maior número”, apontou o autarca vimaranense.

Domingos Bragança mostrou aos proprietários de terrenos e de edifícios que a oportunidade de negócio é “excecional”, tendo dado exemplos de locais disponíveis para transformação em alojamento estudantil, como a antiga fábrica de frigoríficos, na zona de Couros, e ainda a zona da Cruz de Pedra, “onde há muito por fazer”. “Há assim uma oportunidade para aqueles que são proprietários de terrenos ou edifícios, ou aqueles que na sua atividade fazem esse trabalho de construção. É uma oportunidade excecional para os proprietários rentabilizarem os seus ativos”, explicou.

O presidente da Câmara acrescentou ainda que a universidade está a crescer e que Guimarães precisa de soluções para este problema. “Se nos queremos afirmar como cidade universitária e de conhecimento, temos que atuar em todas as vertentes”, concluiu.

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