AVH convoca parceiros para “marcha lenta pela sobrevivência”

A luta “pela sobrevivência” dos vários setores como a restauração, hotelaria e cultura continua. Desta forma, a Associação Vimaranense de Hotelaria (AVH) convida esses vários setores e outros agentes a participarem numa marcha lenta no próximo sábado, 21 de novembro.

No manifesto dirigido ao Presidente da República, ao Presidente da Assembleia da República, ao Primeiro-ministro, e aos Deputados da Assembleia da República, a AVH refere que “são centenas de cidadãos, entre associados e familiares, amigos e funcionários que tudo esperam: que mude o dia, que mude o vento e a chuva, que mudem as medidas, que mude o vírus”.

O mesmo manifesto revela que os setores continuam “a fazer de tudo para recriarem as suas estratégias”, nomeadamente referindo que o modelo do take-away e das entregas em casa não representam um solução estrutural e de continuidade.

Quanto à hotelaria, este setor “vive, única e exclusivamente, da liberdade de circulação de pessoas”, contudo com as restrições “que atualmente vigoram inviabilizam por completo o próprio negócio, cortando-o pela raiz naquilo que é a base e a razão da existência da própria atividade”.

Esta marcha e este manifesto têm como objetivo que “ouçam as propostas, suportem, na medida do possível, as decisões que tragam algum tipo de incentivo ou benefício que permita uma coisa: que mais gente se sente nas mesas, a consumir o que é nosso, e assim gerar sustento para centenas de famílias”.

A concentração para a marcha está marcada para as 09h30 no Campo de S. Mamede, e com o início do desfile às 10h00.

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