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CAISA distinguida pelo IPDJ com o 2.º Prémio Regional de Boas Práticas de Voluntariado Jovem 2026

A iniciativa reuniu 12 jovens voluntários de sete países que, durante dez dias, participaram ativamente na preparação e dinamização do festival, contribuindo para uma programação cultural gratuita e descentralizada em Vermil, União das Freguesias de Leitões, Oleiros e Figueiredo, Airão Santa Maria e Airão São João. A experiência cruzou voluntariado internacional, educação não formal, interculturalidade e sustentabilidade, promovendo a participação ativa dos jovens e a valorização das comunidades rurais e do seu património material e imaterial.

Para Alberto Fernandes, Presidente da CAISA, o trabalho em rede colaborativa foi um dos principais fatores de sucesso. A articulação com a ATEAR, a APASM e as freguesias e União de Freguesias de Leitões, Oleiros e Figueiredo, Vermil, Airão Santa Maria e Airão São João, e o co-financiamento do programa IMPACTA, do Município de Guimarães, permitiram ampliar o alcance das atividades, envolver diferentes gerações, aproximar os voluntários da população local e transformar espaços comunitários em lugares de encontro, participação e fruição cultural. Esta rede permitiu ainda mobilizar recursos, competências e vontades em torno de objetivos comuns, criando oportunidades de participação cultural em territórios habitualmente mais afastados dos principais circuitos de programação artística.

O impacto do Campo de Trabalho Internacional foi além dos dez dias de atividades e deixou resultados concretos e duradouros no território, como a inauguração do Green Stage, a Casa dos Voluntários e o Mural da Sustentabilidade. Ficou também demonstrado o potencial de utilização de espaços atípicos e não convencionais para acolher apresentações culturais, aproximando a criação artística das pessoas e dos lugares.

A distinção do IPDJ reconhece uma abordagem ao voluntariado jovem assente na participação ativa, na cooperação entre entidades e na criação de valor para as comunidades, reforçando o papel da CAISA como agente de desenvolvimento cultural e social e a importância das redes locais na construção de respostas com impacto.

Em pleno ano de Guimarães Capital Verde Europeia 2026, o reconhecimento assume particular significado, ao distinguir uma iniciativa que cruza juventude, cultura, sustentabilidade, cooperação internacional e coesão territorial. Mais um prémio para Guimarães, uma conquista coletiva construída por jovens, parceiros e comunidades, que demonstra como o trabalho em rede pode transformar o voluntariado jovem numa verdadeira força de desenvolvimento comunitário.

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