Carlos Carneiro anunciou o fim da carreira

Carlos Carneiro, jogador de andebol vimaranense, de 38 anos, nascido para a modalidade na formação do Vitória SC, anunciou, quarta-feira, dia 2 de setembro o ponto final na carreira. O Vitória esteve representado na conferência de imprensa, realizada na sede do Comité Olímpico de Portugal, pelo vice-presidente para as modalidades, Pedro Guerreiro.

Carlos Carneiro iniciou a sua formação no Vitória SC, em 1991, jogou nos infantis, iniciados e juvenis do clube do Rei, ainda na formação passou pelo Desportivo Francisco de Holanda e pelo ABC.

Como sénior jogou no ABC, Boavista, AC Fafe, Madeira SAD, Benfica e terminou a carreira no Sporting. O Benfica foi a equipa em que jogou mais tempo, num total de oito temporadas.

O Sporting, clube que representou nas últimas cinco temporadas da carreira, deu-lhe grandes alegria, entre as quais ser bicampeão nacional e vencer uma EHF Challenge Cup.”Estava longe de imaginar tudo o que vivi nesta parte final da minha carreira, sendo bicampeão nacional, ganhando uma EHF Challenge Cup e jogando na EHF Champions League”, afirmou.

Coordenador técnico da formação do andebol do Sporting serão as novas funções de Carlos Carneiro, que anunciou esta quarta-feira,aos 38 anos o fim da carreira como andebolista profissional.

O palmarés de Carlos Carneiro não se resume ao Sporting. Ao longo da carreira, em que foi capitão da seleção nacional, conquistou cinco Campeonatos Nacionais, duas Taças de Portugal, duas Supertaças, uma Taça da Liga e uma EHF Challenge Cup, duas Taças Presidente da República, um Campeonato Nacional de Juvenis e um Campeonato Nacional de Juniores, foi internacional por mais de uma centena de vezes.

“Foram 20 anos como profissional de andebol e é sempre uma decisão difícil, mas foi tomada em consciência e a pensar no que é melhor para mim”, afirmou emocionado. “Comecei a jogar andebol por diversão, através de amigos, e estava longe de imaginar que ia conquistar tudo o que conquistei. Devo tudo ao andebol. O andebol formou-me, educou-me, deu-me autoestima e reconhecimento. Deu-me tudo”, acrescentou.

“Não é fácil fazer esta despedida. Termina aqui uma carreira de 20 anos”, disse no remate final.

Pedro Guerreiro, na ocasião, homenageou o jogador com um busto do Rei e ofereceu-lhe a camisola do clube, que não teve oportunidade de voltar a vestir, com o seu nome nas costas.

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