CASFIG REGISTOU 259 NOVOS PEDIDOS DE APOIO À HABITAÇÃO

3093 atendimentos ao longo do ano de 2018, com um total de 259 novos pedidos de apoio para a habitação. Este foi o cenário da CASFIG – Coordenação de Âmbito Social e Financeiro das Habitações do Município de Guimarães. Para o ano de 2019 estão previstos investimentos para remodelações em habitações e verbas disponibilizadas para o Subsídio Municipal de Arrendamento.

Com o objetivo principal de dotar os cidadãos de habitação condigna e de estudar e propor medidas para a resolução dos problemas habitacionais dos vimaranenses surgiu, em 1999, a CASFIG – Coordenação de Âmbito Social e Financeiro das Habitações do Município de Guimarães. Constituída precisamente pelo Município de Guimarães, CASFIG caracteriza-se pela componente de intervenção social, focando-se na valorização da qualidade de vida e do bem-estar das famílias residentes nas habitações sociais de que é responsável, nas suas diferentes vertentes: educação, emprego, saúde e cultura.

“Acreditamos que só de forma integrada, intervindo nas várias frentes que podem influir sobre o bem-estar dos indivíduos, é possível trabalhar no sentido de alcançar uma inclusão social positiva e harmoniosa das famílias que a nós recorrem, na sua larga maioria, pessoas cuja história de vida as coloca em posição de maior vulnerabilidade a fenómenos de exclusão social e, por isso, se encontram entre os grupos populacionais com maiores dificuldades, ao mesmo tempo que se incluem nos grupos mais difíceis de ajudar e/ou intervir”, refere a CASFIG.

Em 2018, o património de habitação com gestão delegada nesta empresa era de 494 habitações. seis espaços para atividades de condomínio e outras e o edifício que usa como sua sede, num total de 501. Quanto à area de atuação, estende-se por várias freguesias do concelho, desde Urgezes a Guardizela e Caldelas. “Não temos dúvidas de que a conjuntura desfavorável que o país atravessa tem agravado a debilidade sócio-económica destas famílias, que se caracterizam não só pela instabilidade financeira, mas também pela instabilidade das suas relações sociais e familiares”, revela a CASFIG na sua apresentação, dando conta que o percurso de cada família acaba por ser tanto mais longo quanto mais frágeis forem as suas competências sociais e quanto menor for a capacidade inclusiva da comunidade em que se insere. A CASFIG assegura, ainda assim, que estes processos podem tornar-se complexos havendo, em muitos casos, situações em que se verificam “avanços e recuos”. “Contudo, e apesar dos problemas existentes, é nossa convicção de que os empreendimentos de habitação social são ou podem ser espaços de muitas oportunidades.

Ao longo do ano de 2018, a generalidade dos agregados familiares que consta do “Ficheiro de Procura” da CASFIF estão numa situação económico-financeira delicada e, por isso mesmo, sentem dificuldade em assegurar o pagamento mensal da renda no mercado particular de arrendamento. Os serviços técnicos realizaram um total de 3093 atendimentos individuais na sua sede, havendo uma média de cerca de 258 atendimentos mensais. No total, registaram-se 259 novos pedidos de apoio na área de habitação. Desses atendimentos, a maioria foi feita a candidatos a alojamento em habitação social e a residentes nas habitações sociais existentes. 1280 famílias foram, de entre os 3093 atendimentos efetuados, encaminhadas para serviços como a Ação Social da Câmara Municipal de Guimarães ou para a Segurança Social, e também para as GAAS das suas freguesias.

Destaque para ler na íntegra na edição 197 do Mais Guimarães

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