Ceia de S. Crispim realiza-se em moldes diferentes por causa da pandemia

Na noite de consoada a Irmandade de S. Crispim e S. Crispiniano vai cumprir a tradição que remonta a 1315. A Ceia para os mais carenciados não será servida no albergue, os participantes são convidados a levar consigo os alimentos.

Ceia de São Crispim 2019. Foto: Pedro Castro Esteves/MG

Esta ceia junta habitualmente cerca de cem pessoas. Uns porque são pobres, outros porque não têm ninguém, ou porque têm a família longe, são diversas as razões que levam as pessoas a Ceia de São Crispim. Ainda há entre os voluntários quem se lembre de tempos de má memória em que a Ceia era servida a mais de 600 pessoas.

Entre as 18h00 e as 20h00 os voluntários da Irmandade de São Crispim e São Crispiniano vão estar a servir a Ceia, com tudo o que é costume nesta refeição tradicional de Natal. A diferença, este ano, é que os participantes não vão poder abrigar-se no conforto das paredes onde se realiza aquela Ceia, há mais de 700 anos.

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