CIAJG, Casa da Memória e Palácio Vila Flor reabrem com novos horários

Espaços culturais com entrada gratuita em exposições até 30 de junho. Para além dos novos horários, também há regras e limite de visitantes em simultâneo.

© João Bastos/ Mais Guimarães

O Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG), a Casa da Memória de Guimarães e o Palácio de Vila Flor, situado no Centro Cultural Vila Flor (CCVF) voltam a abrir portas esta terça-feira. Depois do encerramento forçado pela pandemia da covid-19, os três espaços culturais voltam ao ativo com exposições, novas regras e novos horários. Para além disso, a entrada nas exposições de cada edifício é gratuita até 30 de junho.

Para além do uso obrigatório de máscara, as mãos devem ser desinfetadas à entrada dos edifícios e o distanciamento social de dois metros deve ser assegurado. Mas não é só: no CIAJG, a lotação máxima de visitantes em simultâneo é de dez pessoas; já na Casa da Memória e no Palácio Vila Flor, o número desce para cinco. De resto, “há também o pedido de circulação pela direita”, não se podendo tocar nos objetos expostos no CIAJG e do Palácio Vila Flor. Por outro lado, na Casa da Memória, “tendo em conta o caráter interativo da sua exposição, serão fornecidas luvas de uso obrigatório”, lê-se em comunicado d’A Oficina. Agora, todos os espaços têm o mesmo horário de abertura e encerramento: as portas abrem das 10h00 às 13h00 e das 15h00 às 19h00. Contudo, os dias em que os espaços podem ser visitados diferem. Entre terça-feira e domingo, é possível visitar o CIAJG e a Casa da Memória. Já o Palácio Vila Flor está aberto de terça-feira a sábado.

Em cada um há exposições diferentes para visitar. Na Casa da Memória, a exposição permanente permite o visitante deambular entre “as naves ‘Território’ e ‘Comunidade’”, que dão “a conhecer várias perspetivas da memória de um lugar”. E há muito conhecimento para observar — desde a “Pré-História à Fundação da Nacionalidade, passando pelas Sociedades Rurais e Festividades e Industrialização do Vale do Ave, até à Contemporaneidade”.

Do outro lado da rua, no CIAJG, é possível encontrar “reunidas peças oriundas de diferentes épocas, lugares e contextos em articulação com obras de artistas contemporâneos, propondo-se uma (re)montagem da história da arte, enquanto sucessão de ecos, e um novo desígnio para o museu, enquanto lugar para o espanto e a reflexão”. No ciclo expositivo “Caos e Ritmo #1” cabem várias “linguagens estéticas”, como a de Hugo Canoilas, Susana Chiocca ou Francisco Queimadela.

Já no Palácio Vila Flor, a exposição “Transmissão | Patrícia Almeida, Obras 2001-2017” permite “um verdadeiro exercício de observação”. “Está aqui reunido um corpo de trabalho forte e abrangente, organizado numa sequência alargada de imagens que exprimem as diversas facetas de uma obra”, aponta-se no comunicado enviado.

Recorde-se ainda que A Oficina inaugurou uma loja online “com multiplicidade de produtos que nos ligam ao passado e ao presente da história que se faz em Guimarães”. Nesta plataforma digital, o artesanato ganha um papel de relevo, já que é “fortemente representado pela arte e história que encerra a Cantarinha dos Namorados e por uma variedade de produtos de Bordado de Guimarães” —  como lenços, toalhas, guardanapos, bases de copos, sacos aromáticos, entre outras versões criativas de aplicação deste ofício tradicional vimaranense certificado —, informou a cooperativa aquando a divulgação.

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