CIAJG: Sábado para explorar o museu como máquina de ficções numa visita orientada

Na manhã deste sábado, 12 de fevereiro, pelas 11h00, a Educação e Mediação Cultural d’A Oficina propõe uma visita orientada às oito exposições que marcam o atual ciclo de exposições do CIAJG, “Ficcionar o museu”.

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O Centro Internacional das Artes José de Guimarães apresenta um conjunto de exposições que têm como fio condutor a imaginação que regenera o real. Reunindo trabalhos de artistas que fazem mover a arte e a história para além dos factos concretos e da mera informação, as exposições abordam a ideia de encantamento e dominação, de lazer e de trabalho, de poesia e ideologia, no contexto do projeto colonial capitalista e da produção do museu.

O atual ciclo de exposições e diálogos com as coleções de José de Guimarães ocupa a totalidade das treze salas do CIAJG. Priscila Fernandes (Escola de Lazer), Virgínia Mota (Diário Atmosférico), Ana Vaz (Amazing Fantasy), José de Guimarães (Devir-Desenho-Objeto) e Pedro Henriques (Meio Olho, Cara Longa) convidam, através das suas exposições, a refletir sobre o gasto improdutivo e a imaginação enquanto estratégias de inversão da moral económica e política dominante nas nossas sociedades. A exposição Complexo Colosso, iniciada em abril de 2021 tem um segundo momento de ativação neste ciclo com os artistas Diego Vites, Carme Nogueira, a dupla Iratxe Jaio e Klaas van Gorkum e o coletivo Pizz Buin.

A participação nesta visita orientada por Teresa Arêde, dirigida a maiores de 6 anos de idade e com duração aproximada de 90 minutos, é limitada e tem o custo de dois euros, mediante inscrição prévia.

Recorda-se que, ao longo do ano de 2021 e até 2023, o CIAJG propõe um conjunto de novas exposições e diálogos com as coleções – arte africana, cerâmica pré-colombiana, arte antiga chinesa – e obras do artista vimaranense José de Guimarães (n. 1939) e programas públicos abertos e plurais compostos por visitas, conversas, debates, sessões de cinema e performances, afirmando-se como uma estrutura dedicada à arte contemporânea e às relações que esta tece com artes de outras épocas e diferentes culturas e geografias, através dos seus principais acervos.

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