Ciclismo amador desconfinado

Num momento em que o ciclismo de recreação já está completamente desconfinado, desde o inicio de Maio, aFederação Portuguesa de Ciclismo e a Associação de Ciclismo do Minho (ACM) lançam uma nova forma de aceder à licença desportiva adequada à prática diária de ciclismo na via pública (treino e deslocação), em estrada, BTT e cidade, contemplando também o uso de bicicletas com assistência elétrica (“pedelecs” com motor até 250W). Esta licença inclui seguro desportivo (acidentes pessoais e responsabilidade civil), tem um custo de 20 € e é válida até ao final de 2020.

Esta nova licença tem um custo de 20 € e tem a particularidade de ser emitida exclusivamente em formato digital. A nova modalidade de filiação tem uma franquia de 60 € na cobertura de acidentes pessoais, enquanto a apólice de responsabilidade civil está isenta de franquia. A adesão à Associação de Ciclismo do Minho para aceder a esta licença e seguro pode fazer-se a título individual ou através de uma coletividade (clube).

 “Se não houver Volta a Portugal temo que possa haver equipas que já não voltam”, José Luís Ribeiro, presidente da ACM.

O presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, Delmino Pereira, reuniu-se com o presidente da Associação Portuguesa de Ciclistas Profissionais (APCP), Paulo Couto, e com os nove membros da Direção da APCP representantes dos corredores das equipas continentais. Desse encontro resultou a necessidade de a competição velocipédica retomar a atividade o mais rapidamente possível, de forma a salvaguardar os direitos dos ciclistas profissionais. Da reunião saiu um manifesto em que o grupo reunido chama a atenção para que o ciclismo é uma modalidade de ar livre e sem contacto, neste documento lembra-se também a importância da Volta a Portugal para o ciclismo profissional no país e fala-se da necessidade das equipas oferecerem retorno aos patrocinadores.
José Luís Ribeiro salienta que o ciclismo foi das primeiras federações a apresentar um plano de contingência para o regresso à competição e condições de segurança sanitária. “Este plano foi aprovado pela DGS e recebeu inclusivamente elogios”, afirma José Luís Ribeiro.
A prática de ciclismo na via pública foi aberta, desde 4 de maio,  a todos praticantes, sem limitações de tempo e de distância, deixando de estar restrita aos profissionais e aos atletas com estatuto de alta competição. Porém, ainda não há data prevista para o regresso da competição.

©2020 MAIS GUIMARÃES - Super8

Fazer login com suas credenciais

Esqueceu sua senha?