COBRA APARECE NO CENTRO ESCOLAR DE URGEZES

Uma cobra apareceu, na quinta-feira, 06 de junho, no Centro Escolar de Urgezes, naquele que já é o segundo caso num curto espaço de tempo. Os pais mostram-se preocupados com a situação, e pedem que as autoridades competentes avancem com a limpeza dos terrenos, não só dentro, mas também na envolvente do estabelecimento.

Apesar de não terem sido contactados por parte do Centro Escolar de Urgezes, os pais dos alunos foram tendo conhecimento desta situação e sentem-se preocupados com a segurança dos filhos. “Soube por fotografias, não houve nenhum contacto por parte da escola, pelo menos não comigo”, afirmou João Nuno Leite, pai de um dos alunos da escola. Os terrenos sem manutenção na zona podem estar na origem deste aparecimento, sendo que é pedido que se faça uma limpeza “profunda e assídua” de modo a evitar que esta situação se volte a repetir.

“É um bicho selvagem e não há muito controlo sobre ele. A única forma é manter estas infraestruturas o mais limpas, em termos de terreno, possível. Estou a falar do terreno interior da própria escola e do exterior. Os proprietários dos terrenos circundantes deveriam ser obrigados a manter pelo menos uma faixa limpa, sem estar a ganhar mato e erva selvagem. Esses são locais de abrigo para estes animais”, explicou um outro pai.

Contactado pelo Mais Guimarães, Miguel Oliveira, presidente da Junta de Freguesia, garantiu que foi informado diretamente pelo Centro Escolar do sucedido e que tudo está a ser tratado com a Câmara Municipal de Guimarães, com vista à limpeza do terreno. “Nós já temos o pedido à cerca de um mês, para a limpeza interior e exterior, e a semana passada voltamos a insistir. Mas percebemos que são muitas escolas. Nas escolas, a responsabilidade das juntas é apenas nos produtos de limpeza, apesar de estar a ser negociada a transferências destas competências para as juntas. Ontem, mal fui informado, entrei imediatamente em contacto com a Câmara novamente e, o mais tardar, no início da próxima semana avança a limpeza”, referiu Miguel Oliveira.

Quanto a este já ser o segundo caso em pouco tempo, o presidente da Junta de Freguesia de Urgezes defende que é uma informação errada. “Não é verdade. Lá dentro, cobras, não. É a primeira vez que acontece. Ainda de manhã falei com as professoras e foi isso que me reportaram”, assumiu.

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