Coligação apresenta proposta para a educação e a cultura

Depois de ter apresentado, em momentos anteriores, as suas propostas no âmbito da habitação, economia, ação social, mobilidade e transportes, a Coligação Juntos por Guimarães apresentou, na segunda-feira, dia 14, as suas propostas para as áreas da educação e da cultura.

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Bruno Fernandes lembrou que Guimarães construiu uma forte marca cultural alicerçada no seu património, na diversidade e capacidade do seu movimento associativo, na qualidade dos seus artistas e num investimento público que permitiu ter equipamentos e programação pública de qualidade ao longo das últimas décadas. O reconhecimento de Guimarães como Capital Europeia da Cultura, em 2021, afirma o candidato da Coligação, foi um marco na história coletiva do concelho. “Importa por isso continuar a defender a Cultura como fundamental na nossa estratégia de desenvolvimento, afirmando e consolidando Guimarães como Cidade Europeia de Cultura, onde a Cultura é acessível a todos e defendendo o reconhecimento de Capital Histórica de Portugal e da lusofonia”, defende o candidato.




“O setor da Cultura foi um dos mais negativamente afetados pela pandemia, criando grandes dificuldades aos agentes culturais, associações e particularmente artistas locais. O Município tem, por isso, o dever de reforçar nos próximos anos o apoio a este setor, de forma estruturada e continuada”, lembra Bruno Fernandes.

A Coligação quer promover a identidade local e afirmar internacionalmente a história e a cultura do concelho. Para isso, a JpG propõe criar um Gabinete Municipal de Apoio às Artes e Associações (GMAAA), no sentido de apoiar os artistas e associações na procura de recursos, bolsas nacionais e internacionais, concursos, programas, ofertas de trabalho na área cultural e artística, ações de formação… “funcionando ainda como plataforma de intercâmbio de material, necessidades, recursos e ideias entre as associações culturais do concelho”.

Bruno Fernandes falou da vontade da Coligação em contribuir para a inclusão do ensino do Património e História Local nas escolas e implementar um programa municipal de visitas aos espaços museológicos do concelho de Guimarães. A Coligação pretende afirmar Guimarães não só como o berço de Portugal, mas como o berço de toda a lusofonia.

No programa da Coligação Juntos por Guimarães, referiu Bruno Fernandes, está também a intenção de candidatar a Citânia de Briteiros a Património da Humanidade.




Bruno Fernandes teve ainda uma palavra para a necessidade de descentralizar a Cultura, fazendo-a chegar a todos os pontos do concelho. A Coligação quer criar um Fórum para Cultura, “onde artistas, entidades e espaços de referência da nossa cidade, juntamente com convidados externos de relevo poderão debater possíveis caminhos e projetos culturais para o futuro de Guimarães. Criar ainda um Conselho Municipal para a Cultura que integre os agentes culturais e estabelecimentos de ensino do concelho”. Ainda relativamente à Cultura, a Coligação compromete-se com o aumento dos apoios financeiros, nomeadamente com apoios à criação local e à internacionalização dos criadores.

“Se é verdade que temos algumas escolas exemplares no nosso concelho, também é verdade que continua a haver outras em que as intervenções, há muito necessárias, não passaram do plano das promessas. É para mim e para a minha equipa um ponto de honra na criação de um parque escolar que promova a igualdade entre os alunos de todo o território do concelho e que contribua de uma forma concreta para a coesão territorial”, afirma o candidato da Coligação a presidente de Câmara de Guimarães, Bruno Fernandes.

“Não podemos voltar a ser surpreendidos”, avisou, falando das dificuldades das escolas para lidarem com as necessidades geradas pela pandemia. “A transição digital tornou-se imparável e ela tem que começar na escola, onde se preparam os cidadãos do futuro. Encaro o Município como parte ativa nesta transição que as escolas têm que fazer”, acrescentou.

Bruno Fernandes reforçou a ideia de que é fundamental aumentar o número de assistentes operacionais e de assistentes sociais nas escolas, particularizando na necessidade de dar um maior apoio na área da multideficiência. “A escola deve ser o elevador social que garante que através do mérito o filho do pobre tem tantas oportunidades como o filho do rico”, rematou.

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