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Contextile 2026 abriu oficialmente hoje em Guimarães com um dia inteiro de arte têxtil pela cidade

Subordinada ao tema “Por um Fio” (“By a Thread”), esta edição tem como grande destaque a presença do artista chinês Ai Weiwei, que assina três projetos pensados especificamente para Guimarães: “Camouflage”, na Plataforma das Artes e da Criatividade, “Net”, nos Tanques de Couros, e “Fabrication”, no Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG). A Exposição Internacional, núcleo da programação, reúne 53 obras de 50 artistas de 27 países, selecionadas entre mais de duas mil candidaturas.

O dia de abertura arrancou pela manhã e prolonga-se até à noite. Às 11h00 teve lugar a apresentação de “Growing House”, no Espaço Curtir Ciência, e, ao meio-dia, decorreu “Weaving the Green”, laboratório artístico que levou Yen-Yu Tseng e Alan Hernandez Cruz ao Mercado Municipal, e Mathieu Fecteau ao Jardim do Recinto da Feira. A tarde, que arranca agora, é o momento alto da jornada. Às 15h00 está marcada a apresentação de “Emergências”, no IDEGUI, com propostas de várias escolas de ensino artístico. Segue-se, às 16h30, a abertura oficial da bienal e a inauguração da Exposição Internacional, no Centro Cultural Vila Flor. Às 17h30, é a vez de “A Change in the Weather?”, com curadoria de Janis Jefferies, abrir portas na Garagem Avenida.

O ponto mais aguardado do dia está reservado para as 18h00, com a apresentação das três obras de Ai Weiwei, distribuídas pelos Tanques de Couros, pela Fraterna (Camouflage/PAC) e pelo CIAJG (Fabrication). A jornada de abertura encerra às 21h00 com um momento performativo na Praça da Plataforma das Artes, que junta o Coro Feminino das Moiras, o coletivo Operariada e o projeto Por um Fio.

A visita aos espaços da Contextile é gratuita neste dia de abertura; nos dias seguintes, o acesso ao conjunto das exposições passa a fazer-se através do Contextile Pass, ao preço de 10 euros por pessoa.

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