Cor de Tangerina representa o concelho nas 7 Maravilhas da Nova Gastronomia

O Cor de Tangerina é único restaurante do concelho de Guimarães pré-finalista regional na corrida às 7 Maravilhas da Nova Gastronomia. A Região do Minho tem mais dois restaurantes na corrida, em categorias diferentes.

Foto: DR

Na edição de 2021 o foco incide na Nova Gastronomia, que apresenta cerca de 140 pratos representado o que de melhor se faz em Portugal.

Há sete categorias: petiscos, vegetariana, vegana, peixe e marisco, carne, cozinha molecular e doçaria.

O Cor de Tangerina participou com os pratos “Arroz de Feijoca, Boletos e Queijo da Ilha”, na categoria “vegetarina” e o Mil-Folhas de Batata, Cantarelos e Bolota, na categoria “vegana”. O prato que passou às pré-finais foi o “Arroz de Feijoca, Boletos e Queijo da Ilha”. É possível votar até às 17h00 de terça-feira, dia 27 de julho.

“Criamos estes pratos para o concurso, são inéditos. Na altura em que o concurso surgiu, já estávamos a renovar a nossa carta e aproveitamos a oportunidade. A nossa carta segue as quatro estações do ano”, explica a chef Liliana Duarte, proprietária do Cor Tangerina e autora dos pratos juntamente com Álvaro Dinis Mendes.

 “O Mil-Folhas de Batata, Cantarelos e Bolota é uma homenagem à bolota regional, a bolota de carvalho, que no passado fazia parte da nossa alimentação”, explica Liliana.

O Cor Tangerina editou um livro, “Paladar”, em que faz uma recolha de antigos hábitos alimentares e alimentos que fazem parte da identidade alimentar da região. Ali estão as urtigas, as beldroegas, o calondro e o cidrão (citrino com que de confecionava o Toucinho do Céu).

Os outros dois restaurantes minhotos ainda em competição são: o Baptista, de Caminha, com Tábua de Polvo, do chef Manuel Felgueiras, na categoria “petiscos” e O Pecado Capital, de Viana do Castelo, com Lombo de Boi com Frutos do Bosque, do chef Rúben Oliveira, na categoria “carnes”.

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