CUIDADOS DE SAÚDE TERMAIS COMPARTICIPADOS NO SEGUNDO SEMESTRE DE 2018

Os cuidados de saúde prestados em termas de Portugal vão voltar a ser comparticipados pelo Estado, depois de os reembolsos terem sido suspensos na sequência da chegada da troika ao país, em 2011.

Mais do que repor a situação anterior, o grupo de trabalho formado há dias irá propor um novo modelo que integra os tratamentos no Serviço Nacional de Saúde (SNS), separando-o de outras comparticipações de cuidados de saúde no privado, como sucedia, refere o Jornal de Notícias, na sua edição de segunda-feira, 05. A medida, contida no Orçamento do Estado para o ano de 2018, deverá ser posta em prática já no segundo semestre deste ano.

Ricardo Costa, presidente da Taipas Turitermas lembra que esta é uma “luta antiga”. A Associação das Termas de Portugal, que representa 42 balneários espalhados pelo país, recolheu assinaturas para uma petição que teve mais de 6.000 subscritores, apelando para que o Serviço Nacional de Saúde reponha as comparticipações para tratamentos termais.

“Esta medida vai certamente ter um impacto muito positivo e o governo em boa hora a tomou”, afirma Ricardo Costa, ao Mais Guimarães. O presidente da Taipas Turitermas lamenta que a decisão tomada em 2011 tenha “prejudicado imenso” quem procura este tipo de cuidados de saúde. Segundo Associação de Termas de Portugal, durante praticamente sete anos, mais de 30 mil utentes ficaram sem acesso a cuidados termais particularmente recomendados para problemas de foro respiratório, músculo-esquelético e dermatológico.

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