A instabilidade ameaça já várias empresas de referência nos concelhos de Guimarães, Vizela, Famalicão e Santo Tirso, com risco de despedimentos e perda de capacidade produtiva.
“Já pedi oficialmente e também por telefone uma audiência ao senhor ministro da Economia”, afirmou o autarca, após a reunião do executivo municipal na passada segunda-feira, 01 de setembro, sublinhando que a resposta ao problema deve ser articulada entre o Governo, estruturas regionais e autarquias.
Domingos Bragança defendeu a adoção de medidas excecionais para apoiar as empresas e salvaguardar os postos de trabalho. “É agora que é preciso este apoio. Já percebi, em diálogo com os empresários, quais são os principais problemas e espero que a reunião traga resultados”, referiu.
O presidente da Câmara insistiu ainda na importância de proteger o “chão de fábrica”, abrangendo não só o têxtil e o calçado, mas também setores como a metalomecânica e a embalagem.
“A prioridade é o chão de fábrica, para dar apoio àquilo que constitui a base produtiva desta região”, concluiu.
