Domingos Bragança reuniu com empresários dos Projetos Colaborativos

No final da manhã desta sexta-feira, 23 de abril, Domingos Bragança recebeu um conjunto de empresários e investigadores que compõem os grupos de trabalhos de cada um dos Projetos Colaborativos do Gabinete de Crise e da Transição Económica do Município de Guimarães, num encontro promovido presencialmente, no Foyer do Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor, e com possibilidade de participação remota por videoconferência.

O objetivo da reunião foi o de transmitir um conjunto de informações que resultam de reuniões com o Governo de Portugal, nomeadamente com o Secretário de Estado e Ministro da Economia. Na mesa, presidida por Domingos Bragança, estiveram o Vereador do Desenvolvimento Económico, Ricardo Costa, e os presidentes executivos do GCTE, Carlos Bernardo e Pedro Arezes.

O encontro começou com as intervenções da mesa que convergiram na ideia da necessidade de encetar agora uma segunda fase de trabalho, depois de ter sido concluído o processo que delineou o âmbito da investigação e desenvolvimento de cada um dos sete projetos. Essa segunda fase vai materializar a transferência do conhecimento gerado no seio dos grupos de I&D para o investimento no tecido produtivo, um esforço a realizar por consórcios de empresas e que preparará as candidaturas aos fundos de apoio previstos no quadro de investimentos do Estado e da União Europeia, nomeadamente o Portugal 2030 e o Plano de Recuperação e Resiliência.

O coordenador dos Projetos Colaborativos, Raul Fangueiro, fez o ponto de situação atual e indicou os caminhos a seguir a partir de agora, ao que se seguiram algumas intervenções dos participantes. Uma das sugestões feita por um dos empresários presentes relaciona-se com a Economia Circular e propõe que um grupo alargado de empresas possa reaproveitar os desperdícios gerados por terceiros para o seu processo produtivo, criando um grande projeto mobilizador, em linha com o objetivo central de Guimarães da Sustentabilidade Ambiental.

A encerrar a reunião, e em jeito de conclusão, Domingos Bragança afirmou que os Projetos Colaborativos beneficiam dessa característica importante de colaboração entre empresas e centros de investigação, extremamente valorizada pelo Ministro da Economia, mas que agora terão que se materializar em investimento, transformando-se em Projetos Mobilizadores que se enquadram nos apoios previstos no Plano de Recuperação e Resiliência. “Temos que levar os Projetos Colaborativos ao limite, transformá-los em Projetos Mobilizadores, e temos já identificadas áreas em que poderemos fechar os consórcios necessários para atingir investimentos da ordem dos 100 milhões de euros, como os equipamentos, dispositivos e materiais para a saúde, o agroalimentar, a economia circular e os plásticos biodegradáveis e de composição reutilizável, entre outros. Vamos arrancar hoje com a segunda fase, onde esses investimentos serão trabalhos pelo grupo de empresas que constitui os consórcios dos Projetos Colaborativos, a quem agradeço todo o interesse até aqui demonstrado, bem como a toda a comunidade de investigadores que connosco trabalham”, concluiu.

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