Francisco Rodrigues dos Santos: “Saio de Guimarães com a certeza de que temos gente com vontade férrea”

Nuno Vieira e Brito tomou posse este sábado, 26 de setembro, como presidente da Comissão Política do CDS de Guimarães. Destaque para a presença, na tomada de posse que decorreu numa unidade hoteleira vimaranense, de vários ex-presidentes da concelhia.

Usaram da palavra Monteiro de Castro, presidente da Assembleia Geral da nova Comissão Política, Nuno Melo, Eurodeputado e presidente da distrital, o líder parlamentar do CDS na Assembleia da República, Telmo Correia, o presidente da Juventude Popular, Francisco Mota, e Francisco Rodrigues dos Santos, atual líder do CDS. 

Nuno Vieira e Brito afirmou que se vive um “período difícil”, e que “o importante num partido é perceber para que é que ele serve”. Para o deputado, a presença de todos era fundamental. “Juntos, numa valorização daquilo que tem que ser a transferência geracional, só assim podemos construir um CDS muito mais forte, alinhando aquilo que é o conhecimento da tradição e a experiência com aquilo que é necessariamente a juventude e a força que a juventude tem.”

Num discurso focado na juventude, o presidente da Comissão Política Concelhia (CPC), manifestou especial atenção para com os jovens. “Guimarães é um concelho com uma mão de obra muito pouco qualificada, o que é extraordinariamente bizarro num concelho onde há uma universidade. É um concelho que não atrai juventude, que não atrai população, porque ela se afasta.”

Para Nuno Melo, Eurodeputado e presidente da distrital, “o país precisa de uma direita de moderação”, numa altura em que “os extremismos à esquerda se consolidam, e a extrema direita cresce”, valorizando a experiência governativa e universitária de Nuno Vieira e Brito.

Já o presidente da Juventude Popular, Francisco Mota, referiu que este é um momento “de emergência nacional social, política e económica”, afirmando o CDS como “sinónimo de moderação, responsabilidade e alternativa, enquanto partido de respostas sérias e sensatas”.

Francisco Rodrigues dos Santos: “Saio de Guimarães com a certeza de que temos gente com vontade férrea”

O líder do CDS-PP, que presidiu a tomada de posse da CPC esclareceu que o propósito do partido é “afirmar a direita que somos e a direita que não queremos ser”, dando principal destaque às pessoas. “Isso faz-se com propostas, mas com pessoas essencialmente”, explicou. Aos seus seguidores, pediu um “corpo coeso e compacto, que fale a uma só voz”. 

“Saio de Guimarães com a certeza de que temos gente com vontade férrea, nesta alma mater do nosso país, e com a resiliência que o CDS precisa numa altura destas para poder vencer”, afirmou Francisco Rodrigues dos Santos.

Para o líder é fundamental “perguntar às pessoas se o país com que sempre sonharam e a direita com que sempre acreditaram, está hoje mais presente na vida dos portugueses, e se esse país se aproxima mais com aquele com que sempre sonharam”.

No futuro, o presidente do CDS-PP, promete falar da família, da proteção dos seus rendimentos, da liberdade da escolha na educação, e dos idosos, “que são uma faixa etária altamente vulnerável à pandemia e que está constantemente a ser negligenciada de forma grosseira”. 

“Menos CDS trouxe mais extremismos e menos direita, mais populismo e menos verdade”, concluiu. 

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