Governo prolonga suspensão de voos

O governo decidiu prolongar até 15 de abril as restrições na área das viagens . Todos os voos que tenham como destino ou origem o Brasil e o Reino Unido continuam a estar suspensos. 

O Ministério da Administração Interna diz que estão apenas permitidos de e para países de alto risco “voos de natureza humanitária, para repatriamento de cidadãos nacionais, da União Europeia e de países associados ao Espaço Schengen, e seus familiares”.

“Todos os cidadãos que cheguem a Portugal por via aérea (exceto as crianças que não tenham completado 24 meses de idade) têm de apresentar comprovativo de realização de teste laboratorial para rastreio da infeção por SARSCoV-2, com resultado negativo, realizado nas 72 horas anteriores ao momento do embarque”, pode ler-se no comunicado do ministério.

“Os passageiros que chegam a território nacional sem o comprovativo de realização do teste para despiste da infeção têm de o realizar no interior do aeroporto por conta própria, através de profissionais de saúde habilitados para o efeito, e têm de aguardar o resultado no próprio aeroporto”, acrescenta.

“Os passageiros provenientes de países onde se regista uma taxa de incidência igual ou superior a 500 casos por 100 mil habitantes só podem efetuar viagens essenciais e também estão sujeitos a isolamento profilático de 14 dias. Na lista destes países constam a Bulgária, Chéquia, Chipre, Eslovénia, Estónia, França, Hungria, Itália, Malta, Polónia e Suécia”, diz ainda o governo.

“Os passageiros provenientes de países onde se regista uma taxa de incidência igual ou superior a 150 casos por 100 mil habitantes também só podem efetuar viagens essenciais. Na lista destes países constam a Alemanha, Áustria, Bélgica, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Finlândia, Grécia, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Noruega, Países Baixos, Roménia e Suíça.”

O isolamento profilático de 14 dias que agora é exigido na fronteira terrestre está previsto para quem regresse a Portugal vindo do Reino Unido, África do Sul, Brasil ou de “países com taxa de incidência igual ou superior a 500 casos por 100 mil habitantes (como é o caso de França ou Itália)”.

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