GUIdance 2021 já tem datas marcadas

A 11ª edição do GUIdance – Festival Internacional de Dança Contemporânea acontece de 4 a 13 de fevereiro de 2021 e parte da pergunta: o que pode o corpo?

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As peças desta edição, onde o corpo digital do festival se desenvolverá em maior complementaridade com a sua dimensão física, apresentam-se entre o Centro Cultural Vila Flor (CCVF) e o Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG).

Sofia Dias & Vítor Roriz abrem a 11ª edição do GUIdance com a estreia absoluta de “Escala” no Grande Auditório do CCVF, a 4 de fevereiro, às 19h30. “Coreografia”, de João dos Santos Martins, será apresentado a 5 de fevereiro, focando-se na “relação entre a coreografia enquanto suporte artístico não-comunicativo e a língua gestual como sistema de vocabulário baseado em gestos cujo fundamento é, precisamente, viabilizar a comunicação na esfera social”.

O fim-de semana começa às 16h00 de dia 6 de fevereiro, com Flora Détraz visita a Black Box do CIAJG que apresenta “Glottis”. Às 19h00, a coreógrafa Maguy Marin apresenta a peça “May B”, baseada em textos e personagens de Samuel Beckett.

“Sons Mentirosos Misteriosos”, de Sofia Dias & Vítor Roriz, encerra a primeira semana do festival com três sessões, dia 7 de fevereiro às 16h00 e dia 8 às 10h30 e às 15h00.

A mesma dupla de criadores inicia a segunda semana, a 10 de fevereiro, com “Um gesto que não passa de uma ameaça”, uma remontagem do espetáculo que em 2012 se apresentou em Guimarães. Vera Mantero com a Cia. Dançando com a Diferença, apresentam, em estreia a absoluta, “Vaamo share oque shop é beiro pateiro”, a 11 de fevereiro.

Hugo Calhim Cristovão & Joana von Mayer Trindade trazem mais uma estreia absoluta, com “Fecundação e Alívio neste Chão Irredutível onde com Gozo me Insurjo” a 12 de fevereiro no CCVF.

A 11ª edição do GUIdance encerra com duas estreias nacionais de criadores internacionais no mesmo dia, 13 de fevereiro. “Warrior”, de Anne-Mareike Hess, coreógrafa e performer sediada no Luxemburgo e em Berlim, é o primeiro espetáculo do dia, pelas 16h00. A companhia belga Peeping Tom, apresenta “Kind” (filho), a terceira parte de uma trilogia familiar. Nesta criação, apresentada às 19h00, Gabriela Carrizo e Franck Chartier exploram diferentes fontes de psicose do ponto de vista da criança.

Rui Torrinha, responsável pela programação do GUIdance, partilha que “se partimos da inquietante questão levantada por Deleuze, a ele entregamos, justamente diga-se, uma das muitas possibilidades de resposta: “A estrutura de um corpo é a composição da sua relação. O que pode um corpo é a natureza e os limites do seu poder de ser afetado.” O próprio deixa-nos ainda a intenção de “Que essa afetação seja, pois, o aumento da potência dos sentidos.”  

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