Guimarães associa-se às comemorações do mês da Prevenção dos Maus Tratos na Infância

A Câmara Municipal de Guimarães e a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Guimarães (CPCJ) associam-se à iniciativa do Mês da Prevenção dos Maus Tratos na Infância.

Esta segunda-feira, 19 de abril, foi colocado um laço azul no edifício da Câmara Municipal, feito pelos alunos da CERCIGUI, com o objetivo de “sensibilizar a população para esta temática e para a prevenção e sinalização de situações de maus-tratos às crianças, cujo slogan é “Serei o que me deres… que seja AMOR”, apelando à participação de todos”, pode ler-se numa nota enviada às redações.

Domingos Bragança destacou a intervenção social efetuada no dia-a-dia no território de Guimarães. “A prevenção dos maus tratos nas crianças é todos os dias e com esta situação da pandemia as dificuldades são maiores. É fundamental estarmos sempre em alerta, numa relação de proximidade com as instituições e as pessoas, garantindo um ambiente seguro e de confiança para as nossas crianças”, apontou o presidente da Câmara de Guimarães.

Domingos Bragança reportou alguns dos projetos que estão no terreno em cooperação com outras instituições, com referência para o ProChild Colab, numa estratégia nacional com universidades do país, para uma intervenção multidisciplinar, diversificada e integrada, complementando com a ação de rastreio à saúde mental das crianças.

A presidente da CPCJ, Marta Pinto, apelou ao “envolvimento da comunidade, porque todos são importantes nesta luta pelo bem-estar das crianças e jovens”, agradecendo ainda a colaboração do Município de Guimarães e Cercigui. 

A Campanha do Laço Azul (Blue Ribbon) iniciou-se em 1989, na Virgínia, E.U.A. quando uma avó, Bonnie W. Finney, amarrou uma fita azul à antena do seu carro. A história que Bonnie Finney contou aos elementos da comunidade que a interpelaram foi trágica, contando os episódios de maus-tratos à sua neta. O seu neto já tinha sido morto por maus tratos, de forma brutal.

“E porquê azul? Porque apesar do azul ser uma cor bonita, Bonnie Finney não queria esquecer os corpos batidos e cheios de nódoas negras dos seus dois netos. O azul servir-lhe-ia como um alerta constante para a sua luta na proteção das crianças contra os maus tratos”, finaliza a nota.

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