GUIMARÃES COM VOLUME DE NEGÓCIOS INFERIOR AOS CONCELHOS VIZINHOS

Os dados, revelados na quarta-feira, dia 10, pelo INE, são referentes ao ano de 2017 e analisam o volume de negócios dos estabelecimentos, por localização geográfica e também por área de negócio. Guimarães segue atrás de Braga e Vila Nova de Famalicão.

Guimarães apresenta um volume de negócios dos seus estabelecimentos inferior ao de concelhos vizinhos, como Braga e Vila Nova de Famalicão. Os dados são do Instituto Nacional de Estatística (INE), foram divulgados na passada quarta-feira, dia 10, e dizem respeito ao ano de 2017.

É a indústria transformadora que mais volume de negócio continua a gerar no concelho vimaranense, fruto de uma grande concentração de empresas do setor têxtil, que se insere nesta categoria, nesta região.

De um total de cinco mil milhões 341 milhões 656 mil e 844 euros (5.341.656.844€), mais de dois mil milhões e 450 milhões de euros são relativos à indústria transformadora, (2.452.720.420, precisamente).

Esta é uma realidade que se verifica tanto em Braga como em Vila Nova de Famalicão que, no entanto, tem valores superiores a Guimarães no total do volume de negócios. Braga, capital de distrito, apresenta o valor mais elevado, com quase sete mil milhões e 600 mil euros, sendo que Famalicão regista um valor muito semelhante ao de Guimarães, com uma diferença de cerca de dez milhões a mais, num total de 5.351.057.371€.

O comércio por grosso e a retalho e a reparação de veículos automóveis e motociclos são a atividade económica que ocupa a segunda posição no que ao volume de negócios diz respeito, com um valor de um milhar de milhão 922 milhões 041 mil e 825 euros.

Dos três concelhos em análise Guimarães é o que regista um menor volume em áreas como a construção, os transportes e a armazenagem, as atividades administrativas e dos serviços de apoio e a educação.

Por outro lado, apresenta o maior volume na área da indústria extrativa, na qual Braga não chega a ter dados revelados e na captação, tratamento e distribuição de água, saneamento, gestão de resíduos e despoluição.

Leia o artigo na íntegra na edição desta semana do jornal Mais Guimarães.

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