Humanamente apela ao hastear da bandeira LGBTQIAP+ na Câmara Municipal

"Recomendámos que o município sinalize o mês do Orgulho comemorado internacionalmente durante todo o mês de junho", lê-se no comunicado.

lgbt com barra

Diogo Barros, porta-voz da Humanamente, enviou, esta manhã, em nome do movimento e da Comissão Organizadora da Marcha LGBTQIAP+ de Guimarães, um apelo formal ao município para que o mesmo sinalize o Dia Internacional da Luta contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia, a 17 de maio. Sugeriram, para tal, o hasteamento da bandeira LGBTQIAP+ em algum edifício camarário, preferencialmente nos Paços do Concelho.

© Joana Meneses

A Humanamente – Movimento Pela Defesa dos Direitos Humanos, juntamente com a Comissão Organizadora da Marcha LGBTQIAP+ de Guimarães, faz um apelo abrangente a todas as Câmaras Municipais, Juntas de Freguesia e estruturas governamentais para que se juntem formalmente à celebração do Dia Internacional Contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia que acontece no dia 17 de Maio.

Nos últimos anos, faz saber o movimento, “um número crescente de entidades públicas e privadas tem-se associado simbolicamente à celebração desta data, sinalizando publicamente o seu compromisso para com uma sociedade mais justa, inclusiva e diversa”. Este ano, desafiam, então, mais entidades e estruturas a “tornar visível este compromisso, através de ações como hastear bandeiras, iluminar fachadas de edifícios, ou comunicarem digitalmente, por exemplo”.

“Recomendámos ainda que o município sinalize o mês do Orgulho comemorado internacionalmente durante todo o mês de junho”, lê-se no comunicado.

Apesar de acreditarem que, no norte do nosso país, o poder local “tem vindo a demonstrar algum interesse em agir nas questões LGBTI+, feministas e antirracistas”, a Humanamente denuncia o poder local de Guimarães que “faz deste tema um não assunto”. Sendo “necessárias políticas de inclusão e de proteção”, exigem “que o poder local se retrate e comece a trabalhar nestas questões” e disponibilizam-se “a trabalhar em conjunto sobre estas temáticas”.

“É necessário garantir que nenhum membro da comunidade LGBTI+ seja perseguido, maltratado, agredido por amar ou ser ele/a/u mesmo. Não aceitamos que a comunidade LGBTI+ continue a ser ignorada, exigimos reconhecimento e respeito, queremos políticas municipais que nos protejam de qualquer tipo de preconceito”, frisam no comunicado enviado às redações.

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