Impostos municipais em 2021

Derrama e participação do município no IRS permanecem iguais, IMI vai baixar de 0,35% para 0,33%. É que está contemplado na proposta de Plano e Orçamento para 2021, aprovada na Reunião de Câmara da passada segunda-feira, dia 16.

A manutenção dos valores do IRS e da derrama (IRC), foi aprovada apenas com os votos favoráveis da vereação socialista. PSD e CDS votaram contra por serem de opinião que havia espaço de manobra para aliviar a carga fiscal aos vimaranenses. “Se esta batalha é para vencer temos que dar armas aos vimaranenses. Este orçamento devia dar um sinal”, afirma Bruno Fernandes, o líder dos sociais-democratas de Guimarães. Para Bruno Fernandes a Câmara insiste “teimosamente” em manter a carga fiscal, num ano muito duro, “abdica apenas de umas decimazinhas do IMI, mas não mexe nos outros impostos e podia fazê-lo, para dar um sinal às famílias e empresas”.

A derrama sobre a coleta de 2020 a cobrar em 2021, terá uma taxa de 1,5% sobre o lucro tributável sujeito e não isento de imposto sobre os rendimentos de pessoas coletivas, dos sujeitos passivos com um volume de negócios no ano anterior superior a 150 mil euros; de 1% sobre o lucro tributável sujeito e não isento de imposto sobre os rendimentos de pessoas colectivas, dos sujeitos passivos com um volume de negócios no ano anterior que não ultrapasse 150 mil euros.

Relativamente à participação do Município na receita de IRS, mantém-se a taxa máxima de 5%.

Domingos Bragança preferiu destacar as descida do IMI, salientando que este valor se deverá situar no patamar mais baixo dos concelhos de Quadrilátero (Braga, Barcelos e Famalicão).

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