INAUGURADA A 1.ª FASE DA ECOVIA. AUTARQUIA PROMETE ARRANCAR COM A 2.ª FASE JÁ EM 2019

A primeira fase da Ecovia foi inaugurada esta manhã, dia 22 de setembro, pelas 10h30, e contou com a presença de muitos vimaranenses que não quiseram perder a cerimónia.

 

 

Esta Ecovia trata-se de uma extensão de 16,5 quilómetros, que une o percurso existente da Pista de Cicloturismo de Mesão Frio ao Parque da Cidade de Guimarães e à Veiga de Creixomil, já incluindo os trajetos na encosta de Mesão Frio, na antiga linha de caminho de ferro que liga à rotunda da Avenida D. João IV, na Rua das Eiras, no Caminho Real ao viaduto da Variante de Creixomil, entre outros.

Domingos Bragança referiu que esta primeira fase dá a conhecer aos vimaranenses “prespetivas da cidade”. “Dá-nos a conhecer uma prespetiva da cidade e uma prespetiva da montanha da Penha, ao percorrer esta Ecovia, quer a pé, quer de bicicleta, que é do ponto de vista estético é deslumbrante”, começou por dizer.

 

 

O presidente da Câmara adiantou também alguns pormenores sobre a 2.ª fase da Ecovia, que ligará as vilas de Brito, Ronfe, Pevidém e Caldas das Taipas. “Em termos de Ecovia, esta é uma primeira fase. Porque em 2019, vamos começar e acabar – e se não acabarmos em 2019, acabamos em 2020 – a Ecovia que liga a cidade desportiva a Pevidém”, anunciou.

Sobre a mobilidade, Domingos Bragança garantiu que a autarquia está trabalhar na área e que poderão ser criadas novas infraestruturas. “Prespetivo que nesta zona da estação de caminhos de ferro, que já tem um parque de estacionamento, que seja construída uma plataforma intermodal, em que os carros, as camionetas, todos os meios de transporte possam chegar ali e daí, cada um possa ir para o Porto ou Lisboa, através do caminho de ferro, mas também para quem vem andar de bicicleta ou a pé, que possa estacionar o seu carro e daqui partirem para qualquer espaço do território. Este território mais verde, este território inclusivo por modos de vida saudáveis”, disse, acrescentando que não vê os carros como um inimigo. “Eu uso o carro todos os dias, nós usamos o carro todos os dias e vamos continuar a usar. Agora devemos usar naquilo que é essencial, nas médias e grandes distâncias. Naquilo que pudermos fazer, estacionar e depois andar de bicicleta, isso é um processo gradual”, referiu.

 

O autarca adiantou ainda que a frota de autocarros elétrica é o grande objetivo “Guimarães está a trabalhar intensamente. Tem condições de base superiores a algumas outras cidades. O nosso objetivo é termos a mobilidade elétrica nos transportes de passageiros, que ela gradualmente vá atingindo os 100%”, esclareceu.

O Secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes, também esteve presente na cerimónia de inauguração. José Mendes referiu que Guimarães é exemplar neste campo, mas que “o Governo entende que o que está a ser feito ao nível da mobilidade ciclável é ainda insuficiente”, no país. De acordo com o Secretário de Estado, das viagens dos portugueses apenas 1% é feita de bicicleta. “A média europeia é 7% e continua a crescer. Temos um plano para que 2030, a média de Portugal seja a média europeia de hoje”, referiu. Esse plano de mobilidade ciclável conta com um investimento de 300 milhões de euros e segundo José Mendes, está previsto que Guimarães fique ligado a Braga, Fafe, Vizela e Felgueiras.

A Rede de Percursos Cicláveis em Guimarães está a ser apoiada pelo programa operacional Norte 2020, no valor de 2.313.721,83 € (FEDER), cujo custo total elegível é de 2.722.025,68 €.

 

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