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Iniciadas as obras de modernização da Maternidade do Hospital de Guimarães

A obra contempla a construção de novas salas de parto, incluindo quartos com casa de banho privativa e espaços adaptados a diferentes tipos de parto, naturais, cesarianas e situações de emergência. Prevê-se que as salas de parto normal estejam concluídas até novembro de 2025 e que o bloco cirúrgico fique finalizado até fevereiro de 2026.

O projeto inclui também a reorganização funcional dos espaços, com reforço da articulação entre os serviços de neonatologia, urgência obstétrica e internamento, permitindo otimizar circuitos clínicos e reduzir tempos de resposta, refere a ALSAVE em nota enviada às redações.  Estão ainda previstas melhorias nos espaços de receção, salas de espera, zonas técnicas (como ecografia e observação), bem como a separação de circuitos entre profissionais, utentes e visitantes.

Durante o período de intervenção, a ULS garante que a atividade assistencial será mantida sem interrupções, através de planos internos de reorganização e segurança definidos com as equipas clínicas.

A maternidade da ULS do Alto Ave registou, em 2024, o nascimento de 1.877 bebés, menos 266, comparativamente a 2023. Além disso, anualmente, mais de 10 mil episódios de urgência obstétrica/ginecológica e cerca de 2.300 internamentos obstétricos. A requalificação permitirá adequar a infraestrutura ao volume assistencial e às exigências atuais de conforto, segurança e privacidade, adianta a fonte hospitalar.

Pedro Cunha, presidente do Conselho de Administração da ULS do Alto Ave, sublinha que o objetivo da obra é criar “uma maternidade mais moderna e centrada na mulher, no recém-nascido e na família, proporcionando maior comodidade, conforto e humanismo num momento tão simbólico como é o nascimento de um filho”.

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