Ivandro lembra que “tudo o que é bom acaba depressa”

Receção ao Caloiro contou com Ivandro para aquecer primeira noite de concertos.

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Os estudantes da academia minhota esperavam Ivandro, com as câmaras apontadas a si. Nos ecrãs gigantes do palco todos queriam aparecer. Entre uma kiss cam e vários penáltis, entre mais ou menos alegria e diversão, foi assim que Ivandro subiu ao palco com “Mais Velho”.

© Cláudia Crespo / Mais Guimarães

E com a certeza de que “Não é Fácil” e que, esta semana, foram vários aqueles que se perderam em alguma conversa, Ivandro agradeceu a oportunidade de marcar presença na Receção ao Caloiro da Universidade do Minho.

“Tudo o que é bom acaba depressa” cantou em “Monarquia”. Uma frase que quase podia servir de incentivo a todos os estudantes da academia minhota. Diz-se, muitas vezes, que estes são “os melhores anos” das suas vidas e que “passam a voar”. Anos em que “choramos ou fazemos rir” mas também uma casa onde se pode “voltar sempre que se quiser ir”.

“Scroll” e “Imagina” antecederam “Carta”, a música que é o exemplo de que “às vezes é mais fácil escrever do que falar as coisas”. Seguiu-se “Saia” e o público estava em perfeita sintonia com o cantor que apresentou aos que ali marcaram presença a sua próxima música, “Noite”.

© Cláudia Crespo / Mais Guimarães

“Como tu”, o recente dueto de Bárbara Bandeira com Ivandro, com apenas um mês, parecia já conhecido pelo público há anos, que a cantou sem falhar. E como “não há noite sem lua”, o artista, entre as estrelas que pareciam ser os telemóveis iluminados, cantou o single “Lua”.

Terminou com “Moça”, não sem antes agradecer o convite à Associação Académica da Universidade do Minho e confessar que espera regressar ao Multiusos de Guimarães outra vez.

© Cláudia Crespo / Mais Guimarães

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