IVO VIEIRA DIZ QUE A “EQUIPA LUTOU” POR OUTRO RESULTADO

Treinador do Vitória apontou, na conferência de imprensa após o apito final da partida frente ao Benfica, que a equipa vimaranense teve “mais oportunidades que o adversário”. Miguel Pinto Lisboa também falou aos jornalistas.

Ivo Vieira acredita que a equipa precisa de espaço para crescer. ©Mais Guimarães

Perante um adversário “forte”, o Vitória de Ivo Vieira a “recorrer a tomadas de decisão” para manter a “liderança que tem”. Segundo o técnico vitoriano, o coletivo por si orientado teve um jogo, “em termos estratégicos, muito aceitável” e mostrou um “bom nível perante” o Benfica. “Acabamos o jogo em cima do Benfica”, constatou o treinador. Ivo Vieira salientou ainda a presença de mais de 27 mil adeptos no estádio D. Afonso Henriques, elogiando a casa cheia e, em especial, o apoio dos vitorianos.

Não conseguindo concretizar os esforços num triunfo, os jogadores do Vitória precisam, na ótica do técnico, “de margem de crescimento”. “Obviamente temos muita juventude e muitos jogadores que não é um habituée jogar no campeonato português”, referiu, acrescentando que o clube apresenta, ainda assim, “uma estrutura muito bem montada”. E isso apesar da diferença entre as duas equipas no que diz respeito ao “investimento e poderio económico”. “Para ombrearmos esta equipa, temos de criar estabilidade”, disse.

Relativamente às muitas interrupções que marcaram o compasso do jogo, Ivo Vieira preferiu não alongar-se na questão, apontando que, apesar de não defender, não faz uma “observação” de “forma crítica” ao assunto. “Acontece um pouco isto no futebol português. Não podemos ligar o comportamento dos adeptos ao comportamento dos jogadores”, concluiu,

O presidente do Vitória, Miguel Pinto Lisboa, teceu comentários acerca das decisões da equipa de arbitragem destacada para o encontro. “Verificamos que houve, no meu entender, uma análise diferente dos lances praticados por um clube e outra pelos lances dos nossos atletas”, começou por dizer. Miguel Pinto Lisboa frisou ainda que, num “momento importante do jogo” não houve “intervenção do VAR”, referindo-se, ao que tudo indica, ao momento em que Davidson falhou um pontapé de bicicleta com Rúben Dias, dos encarnados, colado a si. Os vimaranenses pediram pénalti, mas o árbitro prosseguiu com o jogo.

O presidente disse ainda que o Vitória “superiorizou-se em relação à equipa adversária”, concluindo o discurso com uma menção às paragens do jogo aquando do lançamento de cadeiras e tochas. “Quebra o ritmo”, acrescentou.

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